sábado, 30 de junho de 2012

Tiatira, a igreja tolerante


TEXTO ÁUREO

“Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas? E que concórdia há entre Cristo e Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel?” (2 Co 6.14,15).

introdução

Palavra Chave
Tolerância: Ato ou efeito de tolerar; indulgência; condescendência.

Ao contrário de Éfeso, a igreja em Tiatira fizera-se conhecida pelo amor. Mas se a primeira foi elogiada por odiar os maus, a segunda foi repreendida por tolerar o mal. Àquela faltava amor; a esta, o amor até sobejava. Mas nenhum dos dois amores era perfeito. O amor de Éfeso já não amava como antes; o amor de Tiatira amava mais do que antes, mas ainda não era capaz de repulsar o mal.
Sim, Tiatira era amorosa. No entanto, fez-se réproba ao mostrar-se indulgente com uma profetisa que, à semelhança da mulher de Acabe, vinha induzindo os santos ao adultério e à idolatria. O espírito de Jezabel continua a rondar o rebanho do Senhor. Vigilância e oração. Nem tudo que parece espiritual vem do Espírito de Deus.
I. A IGREJA EM TIATIRA

1. A cidade de Tiatira. Embora rica, Tiatira não podia ostentar a riqueza de Éfeso nem era tão importante quanto Pérgamo. Mas sabia como usufruir do progresso que os romanos haviam trazido à região ao transformar a Ásia Menor numa província imperial. Sua produção de tecidos, principalmente o índigo, tornou-a famosa em todo o mundo.
Tiatira fizera-se afamada também pelas guildas que agrupavam os profissionais das mais diversas áreas; eram uma espécie de sindicato.
Hoje, quem visita a moderna Akhisar, na Turquia, depara-se com as ruínas de uma Tiatira que, outrora florescente, perdera todo o viço ao honrar mais a criatura do que ao Criador.
2. A igreja em Tiatira. É bem provável que o Evangelho tenha chegado a Tiatira através de Lídia. Evangelizada por Paulo em Filipos, retornou à cidade natal como portadora das Boas Novas de Salvação (At 16.14). O apóstolo haveria de confirmar o trabalho ali estabelecido em sua terceira viagem missionária (At 19.10).

SINOPSE DO TÓPICO (I)
 A igreja de Tiatira estava localizada numa cidade progressista e comercial.

II. A IDENTIFICAÇÃO DO DESTINATÁRIO
 1. Filho de Deus. Apresentando-se como o Filho de Deus, o Senhor torna bem patente, ao anjo da igreja em Tiatira, ser igual ao Pai (Jo 5.18; Fp 2.6; Ap 2.18). Implicitamente, declara-se o cabeça da Igreja. Sim, Jesus Cristo é o chefe supremo e incontestável tanto da igreja local quanto da Igreja Invisível, Militante e Universal. Portanto, peregrinemos de acordo com a sua vontade (1 Pe 1.17).
2. Onisciente. Seus olhos são “como chama de fogo” (Ap 2.18). Sim, Jesus é onisciente. Ele tudo sabe, tudo conhece, tudo vê (Jo 2.25; 16.30). Sonda-nos as mentes e os corações (Ap 2.23). Portanto, o Senhor sabia muito bem o que se passava na igreja em Tiatira.
O que ocorre em nossas igrejas não está oculto aos olhos do Filho de Deus. É tempo de conserto e avivamento.
3. Supremo Juiz. O poder judiciário do Filho de Deus é simbolizado pelo bronze polido de seus pés. Ele é o Juiz Supremo de todas as coisas, porque todas as coisas foram-lhe confiadas pelo Pai (Jo 5.22; Ap 2.18). Em breve, pois, Jesus haveria de submeter a severo julgamento tanto Jezabel quanto os que com ela adulteravam. Deus não mudou. Continua a julgar os lobos que, em sua Igreja, vestem-se como cordeiros, a fim de levar as ovelhas ao pecado (Mt 7.15).

SINOPSE DO TÓPICO (II)
 Jesus se apresenta a Tiatira como o chefe supremo e incontestável tanto da igreja local como a da invisível.

III. UMA IGREJA RICA EM OBRAS
 Antes de o Senhor Jesus censurar o anjo da igreja em Tiatira, passa a destacar-lhe as qualidades. Aliás, Tiatira, conforme já adiantamos, era tão rica em obras quanto Éfeso. Além disso, fizera-se elogiável pelo amor que consagrava a Deus. No entanto, ainda não havia alcançado o padrão de Filadélfia.
1. Amor. O amor de Tiatira era maior do que antes, mas ainda não era perfeito. Sua imperfeição não estava em amar os maus; residia no aquiescer ao mal (1 Co 13.6,7). O amor que tolera o erro, ainda desconhece o que é certo. Deus ama o pecador, mas odeia o pecado de Jezabel e a abominação dos que, com ela, fizeram-se repugnantes aos seus olhos.
2. Serviço. Obreira incansável, Tiatira vinha notabilizando-se no serviço a Cristo em favor dos santos (Ap 2.19). Evangelizava, socorria os mais necessitados e tudo fazia por expandir o Reino de Deus. Imitando a apostólica Jerusalém, erguia-se como exemplo para as demais igrejas. Todavia, seu amor carecia de perfeições (1 Co 13.1-13).
3. Fé. Por suas obras, Tiatira demonstra a sua fé (Tg 2.18). Uma fé, aliás, que não se limitava a um mero assentimento intelectual (Tg 2.19). Sua confiança em Deus era bem fundamentada. Tinha forças não somente para realizar o impossível, mas para mostrar uma perseverança que ousava além dos limites humanos.
4. Paciência. A paciência é a virtude que nos capacita a suportar o insuportável (Rm 5.4). Sabemos que, juntamente com a luta, o Senhor vem com o escape sempre oportuno (1 Co 10.13). É por isso que o anjo de Tiatira mantinha-se perseverante e calmo.
5. Abundância em obras. O anjo da igreja em Tiatira jamais se mostrou remisso. Trabalhando e esforçando-se cada vez mais, foi elogiado por Cristo por serem as suas últimas obras mais abundantes do que as primeiras (Ap 2.19). Se as primeiras eram boas, as últimas tinham a marca da excelência.

SINOPSE DO TÓPICO (III)
 A igreja de Tiatira era rica em amor, serviço, fé, paciência e boas obras.

IV. JEZABEL, E AS PROFUNDEZAS DE SATANÁS
 Não obstante suas inigualáveis virtudes, o anjo da igreja em Tiatira foi reprovado por Cristo por estar tolerando uma mulher que, dizendo-se profetisa, encontrava-se a desencaminhar os fiéis à idolatria e à prostituição.
1. A Jezabel de Tiatira. Idólatra e adúltera. Assim era a mulher de Acabe conhecida entre as tribos hebreias. Por causa de sua reputação, ela serviu para nomear a profetisa que, em Tiatira, induzia os homens ao adultério e à apostasia. Curiosamente, Jezabel, em hebraico, significa casta, mas em nada diferia ela de uma rameira (2 Rs 9.22).
2. O ministério de Jezabel. Jezabel apareceu em Tiatira com uma nova doutrina que, em essência, era a velha mentira do Diabo (Gn 3.1-5). Apresentou um ensino novo, uma unção nova e, quem sabe, até um método novo de crescimento da igreja. Nos bastidores, era tudo isso conhecido como as profundezas de Satanás (Ap 2.24). O que parecia uma nova revelação era, na verdade, o engano antigo e caduco que levou nossos pais à ruína (2 Co 11.3).
Além de profetizar, Jezabel ascendera à categoria de mestra na igreja (Ap 2.20). Profetizando e ensinando, seduzia a todos com a sua doutrina. Como lhe fora possível tamanha ascensão sobre o ministério? Não havendo ninguém que lhe barrasse os passos, ela transtornou todo o redil e comprometeu a ortodoxia e a pureza da igreja.
3. A obra de Jezabel. Através de seus ensinos e profecias, a perversa Jezabel induz alguns homens à idolatria e ao adultério (Ap 2.20). Muita vigilância. Não são poucos os que, sob o manto de uma espiritualidade afetada e caricata, desviam os fiéis a práticas vergonhosas e abomináveis.
Cuidado com o rebanho que o Senhor lhe confiou (At 20.28,29). Zele pela sã doutrina e pelos bons costumes. Jamais permita que o lobo lhe devore as ovelhas, utilizando-se de seu púlpito (1 Tm 1.3; 4.16).

SINOPSE DO TÓPICO (IV)
 A profetisa Jezabel, desencaminhava os fiéis de Tiatira do reto caminho à idolatria e a prostituição.

CONCLUSÃO
 Em sua misericórdia, Deus concedeu um tempo de arrependimento a Jezabel e aos que com ela pecaram (Ap 2.21). Buscaram eles o favor do Senhor? Não temos o desfecho dessa história. Apesar de estarmos em plena era da graça, o Deus do Antigo Testamento não mudou. Se Ele puniu a Acã, não deixou impunes Ananias e Safira.
Busquemos, pois, no Deus de amor, a perfeição de nosso amor. Não basta amar mais do que antes, é urgente amar como nunca: perfeita e integramente. O perfeito e íntegro amor, embora suporte os maus, não pode tolerar o mal; apesar de amar o pecador, não pode indultar o pecado.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

"O que a Bíblia diz sobre o crescimento da igreja?"


 Apesar do fato de que a Bíblia não se dirige especificamente ao crescimento da igreja, o princípio por trás do crescimento da igreja é entender o que Jesus disse: “edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela” (Mateus 16:18). Paulo confirmou que a igreja tem sua fundação em Jesus Cristo (1 Coríntios 3:11). Jesus Cristo também é o cabeça da igreja (Efésios 1:18-23) e a vida da igreja (João 10:10). Tendo dito isso, é importante lembrar que “crescimento” pode ser um termo relativo. Há tipos diferentes de crescimento, alguns dos quais não têm nada a ver com números.

Uma igreja pode ser viva e estar crescendo, apesar de que o número de membros/frequentadores não muda. Se aqueles na igreja estão crescendo na graça e conhecimento do Senhor Jesus, submetendo-se a Sua vontade para suas vidas, individualmente e conjuntamente, essa é uma igreja que está tendo crescimento verdadeiro. Ao mesmo tempo, uma igreja pode ter mais e mais pessoas frequentando seus cultos semanalmente, ter grandes números, e ainda ser espiritualmente morta.

Crescimento de qualquer tipo segue um modelo característico. Como um organismo em crescimento, a igreja local tem aqueles que plantam a semente (evangelistas), aqueles que regam a semente (pastor/mestres), e aqueles que usam seus dons espirituais para o crescimento espiritual daqueles na igreja local. Mas note que é Deus que dá o crescimento (1 Coríntios 3:7). Aqueles que plantam e aqueles que regam vão receber sua recompensa de acordo com o seu trabalho (1 Coríntios 3:8).

Tem que haver um equilíbrio entre plantar e regar para que uma igreja cresça; isso significa que em uma igreja local saudável cada pessoa precisa saber qual o seu dom espiritual para ela poder funcionar com satisfação dentro do corpo de Cristo. Se o plantar e regar se desequilibram, a igreja não vai prosperar como Deus quer. Claro que precisa haver dependência diária e obediência ao Espírito Santo para que Seu poder possa ser liberado na vida daqueles que plantam e regam e para que o crescimento que vem de Deus possa acontecer.

Finalmente, a descrição de uma igreja viva e crescendo bem é encontrada em Atos 2:42-27, essa passagem afirma que os crentes “perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações”. Logo após, ela diz que eles estavam servindo uns aos outros, ajudando aqueles que precisam vir a conhecer o Senhor, e “acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos.” Quando essas coisas estão presentes, a igreja vai experimentar de crescimento espiritual, quer os seus números cresçam ou não.

Crescimento da Igreja


Quero falar hoje sobre um compromisso com a maturidade. Este compromisso de vídeos anteriores. Bem, eu me converti ao cristianismo quando tinha 24 anos de idade. Aconteceu no Rio de Janeiro. eu me converti, muito grato a Deus. não recebi Jesuss evangelho. O que chamamos de "Evangelho do Reino." Porque Jesus foi apenas o meu Salvador. recebi Jesus como meu Salvador. Assim, eu fui apresentado ao Criador. "Levante sua mão, e receber Jesus como seu Salvador. " Eu acreditava, então me levantei. E assim, Jesus era meu Salvador. É isso. Como muitas pessoas me serviu, e eu acreditava que tinha o direito de cobrar algumas coisas de algumas pessoas, às vezes eu coletei as coisas de Deus também. Porque, afinal, Ele era o meu Salvador. eu levei alguns anos para compreender que Jesus era o meu Senhor. O dono da minha vida. eu levei muitos anos. Eu já era um pastor , quando eu vi a verdade real. Então, eu me tornei um verdadeiro servo e discípulo de Jesus. Quer dizer, eu se tornou um candidato. eu disse:. Agora eu quero seguir Jesus de perto . Porque até agora, ele era só meu Salvador . Para mim, ele era um servo e um abençoador nos primeiros anos da minha vida, eu trabalhei duro. Eu trabalhei muito duro. Mas eu trabalhei tão difícil porque eu acreditava que eu era o que eu fiz. Eu falei sobre isso na sexta-feira, certo? Eu pensei que minha identidade foi restrito a ele. "Eu sou o que eu faço. " Então, eu trabalhei muito duro. Mas depois, eu descobri que eu não sou o que eu faço. Então, no meio do meu trabalho, o evangelismo, eu vi muitas pessoas se convertendo a Jesus. E viu muitas pessoas desviam. E também, vi pessoas que nunca foram transformadas. Os anos se passaram. Pode imaginar-se olhando para um cristão cuja anos passam, e ele permanece o mesmo. Às vezes até piora. E assim, eu entrei em uma profunda crise. Impressionante. Quando Comecei a entender reino Deuses, então a minha "crise estabilizada" retornado. Eu sempre tive uma inquietação sobre a Igreja ser um. Não só sendo os mesmos irmãos numericamente, mas na qualidade. A pior coisa para mim é uma igreja que faz não crescer. não na multiplicação, mas o crescimento. Crescimento. e multiplicação. Eles são diferentes. A pior coisa para mim é uma igreja que não cresce. A igreja que cresce também se multiplica. Mas quando ela se multiplica, isso não significa que ela cresce . Porque o crescimento é deixar a infância. Deixe hábitos crianças. E eu me lembro a primeira vez que Deus falou comigo sobre a maturidade espiritual. A primeira vez. Deus disse: ". Olhe para as crianças" . "Olha como eles são" "Eles não ter noção de algumas coisas. " "noção do perigo, por exemplo." Na época, eu cuidava de alguns caras. eu converti ainda jovem. Então, a igreja era jovem demais. Na época, tomei o cuidado de alguns meninos e meninas . que brincavam com fogo . Literalmente jogado no fogo . E, claro, que se machucou . Porque eles estavam brincando com fogo E assim, Deus falou comigo: "Isso é uma atitude de uma criança. Um garoto faz não têm noção do perigo. Com crianças, você tem que cobrir as tomadas, deixá-la longe do forno. Porque uma criança não tem noção de valor. Embora haja muitas crianças precoces nestes dias. Muitas crianças que nos assusta com sua maturidade . Mas, normalmente, uma criança não tem noção de valor. Se você fazê-la escolher entre 50, 100 dólares ou uma barra de chocolate, ela escolheria a barra de chocolate, e deixar o dinheiro na sua mão. Eu também vi que a situação dentro da igreja . As pessoas iam depois de feitiçaria, de pessoas que comercializavam os valores espirituais . para as coisas terrenas As pessoas que comercializavam coisas eternas . para os mais transitórios . Eles preferiam as coisas terrenas . E assim, eu vi tudo isso Deus disse: "Essas são evidências de imaturidade. . Olhe bem " "As crianças não têm noção do tempo." Deus disse isso também: "As crianças não têm noção do tempo." Meu filho era apenas um bebê, muito pequeno. Eu lembro daquele dia: Nós comemorou seu aniversário no domingo, sábado , algo assim. E, dois dias depois, ele queria comemorar de novo! Então, Deus falou comigo: "Você pode ser exatamente assim . quando você não amadurecem . Você não tem noção do meu tempo " É muito comum para as pessoas a exigir Deuses imediate ação. "Eu quero que ele faça isso agora!" Mas eles não entendem o tempo de Deus. Por que existem muitos meninos, meninas, e as pessoas até mesmo antigos que se rendem às paixões da mocidade , porque não sei para esperar em Deus? A segunda vez que Deus falou comigo sobre a maturidade estava em uma visita à Igreja em Cabo Frio (cidade perto do Rio de Janeiro). E eu me lembro de chegar lá e ouvir Deus falar de cinco passos que devemos tomar para crescer. O primeiro passo foi: "humilhar-se." Porque Deus mostra favor aos humildes e resiste aos soberbos. Quem vai crescer sendo resistido por Deus Ninguém? Então, Jesus estava mostrando mais as características da criança. "Para crescer, você precisa . tomar algumas decisões . Você tem que fazer escolhas " O primeiro passo é a humilhação. "Aquele que se humilha será exaltado". Ninguém vai crescer resistiu por Deus. Então, você tem que se humilhar. O segundo passo é: . Submission Para colocar-se, de fato, abaixo alguém que pode levar a nossa vida, que possa coordenar e cooperar com a sua vida. Isso também é importante. Por quê? Porque é na apresentação, no discipulado, numa relação que isso acontece. A monitoração, o confronto, a resistência, a doutrina, o amor. Resumindo, temos que nos submeter. Após isso ... Eu não sei se esta é a ordem correta, mas a terceira etapa está ligando. Porque a Bíblia diz que há nenhum crescimento fora do corpo. Muitas pessoas querem "crescer em casa", sem igreja. E ouça, quando eu digo igreja, eu não significo reunião, reunião. Uma igreja não é uma reunião. uma reunião da igreja é uma coisa , a igreja é outra. Quando eu estava "recém-convertida", comecei a entender isso. Quando eu leio a Bíblia, eu entendi que a igreja são as pessoas. A igreja não é um prédio, uma edificação. Todos os edifícios vão ficar em Terra. Quando a igreja se deixa levar para o Céu, você vai ver. Os edifícios vão ficar. Deus não pretende tirar todos os edifícios. Ele leva as pessoas. O Espírito Santo não habitate nas coisas. O Espírito Santo não habitate em paredes . Ele habitates em homens. implicando é esta: um dedo do pé não pode crescer longe do corpo. Se um bebê perde o dedo, e alguém coloca o dedo em formalina, o corpo vai crescer eo dedo do pé vai ficar na mesma no formol. Eu olho para alguns cristãos, e eu imediatamente lembro da formalina. eles não que igreja é. Há pessoas que nem sequer sabem que o corpo é. Porque eles acham que ir à igreja todos os domingos vai ligá-los. Isso foi tão profundo em minha mente , em meus anos de ministério, que dividiu a igreja em 3 grupos: . discípulos, pessoas religiosas e multidão mais Porque pedir para Jesus. Os irmãos ligados são aqueles que podemos seguramente dizer que conta com eles. Aqueles que sabem onde estão , aqueles que conversar, aqueles que conhecemos fora da reunião da igreja. E assim, esses irmãos estão ligados. A multidão é o povo que vai à reunião, aqueles que elogiam vez em quando. Às vezes, eles aparecem em outras reuniões. Mas ninguém sabe realmente a sua vida. Ninguém pode dizer o seu estado real. Ninguém pode atestar isso. E as pessoas religiosas são aqueles que pensam que estão entendendo, mas na verdade não entendo uma coisa. Principalmente, eles estão presentes para complicar as coisas. E assim, o que implica é necessário. Repita comigo: humilhar-se, sujeitando-se, . unir com a igreja Então, uma outra verdade , Deus revelou-me que, em Cabo Frio, . é a prática . Ninguém pode desenvolver com exercícios práticos A Bíblia diz: "Os maduros, que pelo uso constante treinaram-se." os cristãos que só ouvem a pregação não se desenvolvem. cristãos teóricas não se desenvolvem. Conversamos muito sobre este assunto. A importância da prática. Alguém poderia expressar sua opinião a este assunto: "Ah, mas vocês são muito conservadores." "Confissão dos pecados, o pecado em si, a disciplina," Porque nós entendemos que temos de praticar todas as coisas escritas na Bíblia. Se nós não praticamos, vamos ficar assim bebês para a vida. E nós não queremos uma igreja cheia de bebês, não é? Duzentos bebês! Quinhentos bebês! O que um transtorno! "Alimente-se bem" veio antes de "prática". "Practice" foi o quarto passo. A quarta etapa é necessária porque em 1 Pedro 2.1 está escrito: "Assim como os bebês recém-nascidos, crave o puro leite espiritual, 1 para que por ele vos seja dado crescimento para a salvação. "1 Nós também falar um lot1 sobre o "evangelho frágil" .1 A pregando que não aponta a cruz, 1 que não levá-lo à cruz, 1 até a morte, ou resignation.1 É como that.1 Se você chegar ao centro do problema, uma na raiz de alguns problemas pessoas, 1 , mas você não levar eles para a cruz, 1 para resignate, eles vão dizer: 1 "Isso é porque eu sou como that.1 Agora eu entendi. Eu sou como this1 porque meu pai rejeitou me.1 mãe Mty maltratado me.1 Porque aquela velha fez uma offering.1 Eu tenho uma maldição hereditária. "1 A pessoa começa a culpar a culpa em todo mundo, 1 , mas eles não assumem nada. 1 Eu continuo tentando imaginar David1 com este gospel.1 humanista Na época, ele pecou, ​​1 foi confrontated por Nathan.1 Ele poderia dar uma excuses.1 mil "Na minha família, não era uma prostituta, Raabe." 1 Não . era um moab na minha família também, Ruth "1 Ele poderia dizer que era a herança, uma maldição, qualquer coisa, mas ele disse que: 1 . "Pequei" 1 Quando dizemos que o evangelho da church1 tem de ser resgatado, isso é o que estavam falando about.1 que é a "alimentar-se bem" .1 Nós precisamos de um word.1 clara, verdadeira e transformar Porque se levar o evangelho humanista, 1 não vai mudar uma thing.1 Em vez de crescer e se desenvolver, 1 Eu acho que você vai se tornar raquítico, um doente, espiritual diabetic.1 apenas curtindo o "evangelho frágil" .1 Depois disso, você não pode mesmo recognize1 o word.1 genuína Quando alguém coloca o word1 na frente de você, você vai dizer: 1 "Isso é muito dura!" 1 Porque as palavras de Deus, as palavras podem Jesuss, 1 para muitas pessoas, ser algo agressive.1 eu conheço um monte de pessoas1 que quando ouvir a Bíblia, dizem que: 1 . "Isso não está certo" 1 eu simplificar a palavras os deuses: 1 Quando um cristão se converte, 1 deixa mal, faz o bem, suporta mal.


Leia mais em: Estudos Bíblicos - Crescimento na Igreja

DÍZIMO: CONTRIBUIÇÃO DA LEI OU DA GRAÇA?


"Para que, no caso de eu tardar, saibas como se deve proceder na casa de Deus, a qual é a igreja do Deus vivo, coluna e esteio da verdade." (I Timóteo 3:15)
O objetivo deste estudo não é o de se contrapor ao dízimo, mas de esclarecer a verdade da forma certa de como contribuir pela graça, não por coação psicológica e doutrinária, utilizada por muitos líderes de igrejas, através de versículos da lei judaica, mas sim contribuir sem constrangimento exposto em II Coríntios 9:7.
O cristão não é obrigado a dar o dízimo, nem por medo do “devorador” (citado em Malaquias 3:11) ou de ser amaldiçoado, porque o dízimo é um mandamento da lei judaica, além disso, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo e Ele já nos abençoou com todas as bênçãos nas regiões celestiais (Romanos 8:1 e Efésios 1:3). Nem rouba a Deus o cristão que não dá o dízimo… não temos o dever de chamar de ladrão a quem Jesus libertou, se ele contribui com 0% ou 100% é uma atitude pessoal, ele é livre para decidir. Jesus condenou a atitude dos judeus escribas e fariseus que dizimavam até o cominho e não ofertavam o seu amor ao próximo (Mateus 23:23). Infelizmente, muitos cristãos têm repetido esta mesma atitude.
Não há um só versículo no Novo Testamento, que registre a obrigatoriedade do cristão dizimar.
Por outro lado, se o cristão deixa de contribuir ou diminui esta contribuição, por que descobre que não é obrigado, está agindo de má fé para com Deus, como fez Ananias e Safira, ele deve contribuir sim e feliz porque sabe que pode fazê-lo por amor a Deus e não por imposição de homens, e segundo o que propuser em seu coração. Toda a contribuição para a Igreja era feita unicamente através de ofertas e partilha de bens. Nós, cristãos, devemos ter o cuidado de não ficarmos como passarinho no ninho: obrigados a engolir o que colocam na nossa boca.
Pela Lei, o dízimo era destinado à tribo levítica, aos sacerdotes desta tribo.
Eles recebiam e se mantinham dos dízimos, porque não tinham herança e cuidavam do Templo de Deus, a Casa do Senhor, para onde os dízimos eram levados (Números 18:21-30). O Templo foi destruído e não existem mais os sacerdotes levitas. Pela Graça, a instituição do dízimo é ilegal e sem respaldo bíblico, porque todos nós somos sacerdotes de Cristo (Apocalipse 1:6), pois não há mais necessidade desta tribo sacerdotal. O Dízimo foi estabelecido para os judeus; não para a igreja de Jesus Cristo (Hebreus 7:5).
Devemos compreender a diferença entre contribuir em LEI e o contribuir em GRAÇA, para não ficarmos debaixo de maldição, e obrigados a guardar toda a lei, se escolhermos seguir um mandamento dela, como disse o apóstolo Paulo em Gálatas 5:3-4, pois quem cumpre um mandamento da lei é obrigado a guardar toda a lei.
Somos servos do Senhor Jesus, não escravos de homens. (I Coríntios 7:23 e Gálatas 5:1) e foi para a liberdade que Ele nos chamou.
Na LEI, o dízimo era a causa principal da bênção do povo judeu e a bênção era conseqüência deste dízimo (Malaquias 3:10). A maneira certa do povo judeu contribuir na LEI era dando o dízimo para ser abençoado.
Na GRAÇA, o Sacrifício de Cristo é a causa principal da bênção do povo cristão.
Paulo, em Efésios 1:3, nos afirma que Deus nos abençoou “EM CRISTO”, não “EM DÍZIMO”, por este motivo, a maneira correta do povo cristão contribuir em GRAÇA é no uso de II Coríntios 9:7, porque abençoados já somos.
Ao invés de incentivar os cristãos, com amor, a contribuírem na casa de Deus, muitas autoridades dizem que não o obrigam o pagamento do dízimo, mas usam textos do antigo testamento como: "…repreenderei o devorador"; "…roubais ao Senhor nos dízimos"… etc., que produzem temor nas pessoas e medo de maldição, porque tais autoridades dependem de altos salários pagos pelas igrejas ou têm receio que a obra do Senhor seja prejudicada se não houver imposição ou, por despreparo repetem os erros dos outros líderes, a todos faltando fé suficiente de que Deus prosperará a igreja, através da contribuição espontânea dos irmãos, como ocorria na igreja primitiva. O resultado disso tudo é o engano, o desvio da Verdade.
Cristo não colocou “VINHO NOVO”(GRAÇA) em “ODRES VELHOS”(LEI) (Marcos 2:22).
Jesus estabeleceu tudo novo e jogou fora o que era velho (Gálatas 4:30 e Hebreus 8:13). Não podemos fazer do cristianismo uma seita judaica. Paulo afirma isso em Gálatas 2:14. Toda esta confusão sobre o dízimo seria erradicada do nosso meio se nos empenhássemos mais em conhecer profundamente a Palavra, sermos adultos na fé e não meninos. Se quisermos nos aprofundar na Palavra, devemos confrontar sempre o que as pessoas ensinam com o que a Bíblia realmente diz (I João 2:27), fazermos como os crentes de Beréia.
ORIGENS DO DÍZIMO
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Dízimo é um preceito da LEI de Moisés (Números 18:24), embora Abraão tenha dizimado antes da Lei, no lugar do número dos sacerdotes, os quais se encontravam nos seus lombos (Hebreus 7:9-10). O dízimo passou a ser um pacto (Deuteronômio 12:6-17), um contrato, entre Deus e os israelitas (Deuteronômio 14:22-28). Todavia, nem os gentios nem nenhum representante da Igreja de Cristo estava lá para ouvir este pacto, ficando assim, a Igreja atualmente, comprometida com o dízimo. Porém, como Jesus cumpriu toda a lei (Romanos 10:4), ao estabelecer uma Novo Testamento (Hebreus 8:13), nem mesmo o judeu tem qualquer compromisso com a observância do dízimo, uma vez convertido a Cristo.
DISPENSAÇÃO
É um período em que o homem é provado na sua obediência a certa revelação da vontade de Deus. Encontra-se três vezes no Novo Testamento, em Efésios 1:10; Efésios 3:2 e Colossenses 1:25.
POVOS
Nas Escrituras Sagradas: judeus, gentios e Igreja (judeus + gentios).
DÍZIMO
Surgiu na dispensação da Promessa, de Abraão até Moisés. Deus estava para estabelecer o número de sacerdotes (10% da tribo de Levi), na dispensação da Lei, dentre os filhos de Levi, que já se encontravam nos lombos (no corpo) de Abraão, seriam seus descendentes (Hebreus 7:9-10) com a finalidade de ministrarem no Templo onde passariam a habitar. Foi o principal motivo, pelo qual, o Espírito inspirou Abraão a pagar a Melquisedeque o dízimo (Hebreus 7:4), referente a 10% dos sacerdotes da tribo de Levi que estavam nos seus lombos. Quando o dízimo foi instituído na Lei, os levitas ficaram isentos de pagá-lo, como diz o texto: "…Levi que recebe dízimos, pagou-os na pessoa de Abraão" (Hebreus 7:5-9).
Ficaram isentos porque o dízimo deles foi pago na pessoa de Abraão a Melquisedeque, que era a figura do sacerdócio eterno de Cristo. Os sacerdotes levitas foram os únicos autorizados por Deus, aqui na terra, segundo as Escrituras, a receberem dízimo (II Crônicas 31:5-6; II Crônicas 31:12; Neemias 10:37 e Neemias 12:44), não o Sistema eclesiástico atual.
Muitos irmãos indagam: “Mas porque Deus tem me abençoado, depois que tenho dado o dízimo?”
Ora, se a Palavra diz que Deus é misericordioso até com os maus (Mateus 5:45), quanto mais com um filho seu, que é generoso para contribuir na Obra do Senhor, mesmo que não tenha conhecimento real da profundidade desta contribuição, sendo o seu coração sincero diante de Deus, Deus o prosperaria independentemente do que ele oferta ou do que vota. Deus está mais interessado na misericórdia dos nossos corações, que nos sacrifícios de nossas mãos, como dito em Mateus 9:13.
Foi extinto o sacerdócio levítico, que era da lei, para que um outro sacerdócio fosse levantado, segundo a Graça, Eterno (Hebreus 7:11-12). Somos livres em tudo, inclusive na forma de contribuir:
Não há limite de contribuição, é segundo o que você propõe no seu coração, 0% ou 100%. A obrigação do dízimo, não mais existe. É um preceito da Lei judaica! (II Coríntios 9:7)
Como contribuir? Em Lei ou em Graça?
Para você entender melhor, usamos o seguinte exemplo:
 ADULTÉRIO
Lei: Para não adulterar, o meio utilizado foi o apedrejamento (Levítico 20:10).
Graça: Para não adulterar, o meio utilizado foi o amor a Cristo (II Coríntios 5:14).
CONTRIBUIÇÃO
Lei: Para contribuir, o meio utilizado foi o medo do devorador (Malaquias 3:10-11).
Graça: Para contribuir, o meio utilizado é o amor a Cristo (II Coríntios 9:7).
No Adultério e na Contribuição, mudou o meio, mas o objetivo foi o mesmo: Não adulterar e sempre contribuir.
É isto que Deus quer revelar à sua igreja. Você vive debaixo da GRAÇA e não debaixo da LEI! Porque quando se faz uso da lei estando em graça, para alcançar certo objetivo, mesmo que certo, mas se o meio utilizado estiver errado, o resultado é a separação de Cristo e o cair da graça, sendo assim, a pessoa é obrigada a cumprir toda a lei, como nos afirma o Espírito Santo através de Paulo em Gálatas 5:3-4. É por este motivo que se torna um erro gravíssimo o uso de Malaquias 3:10 em plena GRAÇA em que vivemos. Neste sentido, Malaquias 3:10 tornou-se, no meio evangélico, “o pezinho de coelho” e “a ferradura da sorte” para muita gente, principalmente para o Sistema Religioso atual, que não consegue viver por fé, porque a fé não é de todos (II Tessalonicenses 3:2) é só dos eleitos de Deus (Tito 1:1).
Infelizmente, muitos se comportam como aqueles que queriam atirar a primeira pedra na mulher adúltera, provavelmente, se Jesus estivesse aqui diriam: “Mestre, este irmão ou irmã foi apanhado(a) em flagrante roubo, não tem dado o dízimo, vive roubando a Deus!" Malaquias 3:10 diz que tais sejam entregues ao devorador e que Deus não deve abrir as janelas dos céus para abençoá-las. Tu, pois o que dizes?” Creio que Jesus daria esta resposta: “O que você tem a ver com isso?”. Assim como ninguém vive perguntando se você é adúltero, também não deve viver perguntando se você é dizimista. Muitos chegam até ao absurdo a constranger o irmão ou irmã, expondo-o à vergonha de ter o seu nome numa relação de não dizimistas pregada na porta da igreja, quando não, tiram-lhe o ministério ou o discriminam, mas quando é um(a) irmão(ã) que dá um dízimo elevado, este, muitas vezes, é o mais honrado na igreja.
Notemos o que Deus que fala em Malaquias 3:10 é o mesmo que diz em Malaquias 2:16: “… Pois eu detesto o divórcio, diz o Senhor Deus de Israel…” e quase não ouvimos falar deste assunto nas igrejas. Repetimos: não se faz aqui, apologia à AVAREZA, porque isso não é de Deus e os avarentos, diz a Bíblia, não herdarão o Seu Reino, podemos dar até tudo o que temos, por amor, ao Senhor e isto alegra o coração de Deus: como alegrou o coração de Jesus observar a viúva pobre que deu tudo o que tinha. O que é errado é a forma escandalosa e nada cristã, relativa às contribuições. O crente em Jesus dá com alegria e amor, até mais de 10%, se puder.
Em Mateus 23:23 Jesus está falando aos fariseus daquela época, não para a igreja, que, até então, não havia sido totalmente formada com fundamentos da graça, o ministério de Cristo não havia ainda sido consumado (o véu do templo não havia sido rasgado!), tanto que Jesus ordenou ao homem que era leproso para apresentar-se ao sacerdote e fazer oferta pela purificação, conforme a Lei (Lucas 5:14).
Os conservadores do dízimo ainda dizem: O dízimo é uma tradição que devemos manter para não transgredir. O mesmo argumento utilizaram para Jesus em relação ao Sábado (Marcos 2:24) e o "lavar as mãos antes de comer" (Mateus 15:2). Porque o Sábado fazia parte da Torá (lei judaica) e o "lavar as mãos" fazia parte da Halaká (comportamento judaico). Veja o que o dinheiro faz, a ponto de esquecerem que tanto o dízimo quanto o Sábado e o "lavar as mãos" eram tradições judaicas e não gentílicas. O dízimo passou a ser a única tradição judaica que o Sistema Religioso vem mantendo até hoje no seio da Igreja gentílica. Não é um absurdo?
Fazem uma lavagem cerebral religiosa porque o dízimo é a galinha dos ovos de ouro para muitos: é a única tradição que traz estabilidade financeira, mas não para Deus, porque Ele de nada necessita, pois é o dono de todas as coisas. Nem tampouco é servido por mãos humanas (Atos 17:25).
Infelizmente, muitas igrejas têm se tornado bem parecidas com a Antiga Igreja Romana, que usava as indulgências como fonte de lucro, induzindo os fiéis a contribuírem por medo da maldição, a comprarem sua salvação do Inferno e do Purgatório. Se um crente amaldiçoado pelo falta do seu dízimo, é ladrão, como pode estar liberto? Isto nos faz julgar o irmão e afirmar que o sacrifício de Cristo não foi suficiente na sua vida, como faz a Igreja Romana.
Pare!… Confira na Palavra e reflita sobre tudo o que foi escrito aqui, Não permaneça debaixo da lei, mas se dizimar, faça-o com uma consciência liberta, mesmo que preguem ou façam o contrário.
A Verdade deve sempre prevalecer, como disse o apóstolo Paulo: “Tornei-me acaso vosso inimigo, porque vos disse a verdade?” (Gálatas 4:16; Romanos 7:4 e Gálatas 5:1).
MENSAGEM DISCORDANTE
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Graça e paz!
Lendo o seu texto, cheguei algumas conclusões, as quais exponho aqui gostaria de um parecer sobre o assunto Dízimo Na discussão deste assunto, iremos subordiná-lo a três importantes questões:
A) CONTRIBUIÇÃO CRISTÃ TEM DE SATISFAZER A TRÊS REQUISITOS;
A.1) TEM DE SER VOLUNTÁRIA
Paulo escreve o seguinte em II Coríntios 9:7: “cada um contribua segundo propôs no seu coração; não por tristeza ou por necessidade, porque Deus ama ao que dá com alegria.”, este texto é a chave de ouro dos antidizimistas, eles vêem aqui uma arma esmagadora contra método de contribuição na base do dízimo, no entanto outra coisa não vemos neste texto sagrado senão a voluntariedade da contribuição, coisa perfeitamente compatível com o sistema do dízimo, qual a distância entre dízimo e voluntariedade? porventura crentes pagam o dízimo por imposição ou constrangimento? qual a igreja que já impôs aos seus fieis a prática do dízimo sob condição, de sua permanência ou não no rol de membros? logo todos dizimistas o são voluntariamente, livremente).
A.2) TEM DE SER METÓDICA
I Coríntios 16:2 diz que no primeiro dia da semana, cada um de vós ponha de parte o que puder ajuntar, conforme a sua prosperidade, para que se não façam as coletas quando chegar, note-se bem a primeira parte deste texto sagrado “no primeiro dia da semana, cada um de vós ponha de parte o que puder ajuntar”. como pode ver de acordo com os preceitos do novo testamento, a contribuição além de voluntária tem de ser metódica., os que defendem a voluntariedade da contribuição, a seu modo, via de regra, não tem método. As suas contribuições quando aparecem, quase sempre são avulsas, desorganizadas, sempre de acordo com as necessidades da igreja, o que é contra a Palavra de Deus.a de Deus.
A.3) TEM DE SER PROPORCIONAL AOS RENDIMENTOS.
Paulo diz, no texto que estamos considerando "cada um de vós ponha de parte o que puder ajuntar, conforme a sua prosperidade", os que não são dizimistas notaram isto? notaram que a contribuição cristã tem de ser proporcional a renda do contribuinte? os mensalistas de nossas igrejas já leram esta passagem? e os contribuintes avulsos que dizem? porventura os ricos de nossas igrejas estão contribuindo conforme a sua prosperidade? em geral com algumas exceções são os piores contribuintes!, quando se levanta uma campanha financeira, um pobre diz: “eu dou R$ 100.00”, levanta-se um rico e diz “eu dou R$ 10.00”, e murmura para o seu irmão, sentado ao seu lado: “eu só contribuo, segundo propus no meu coração”. E mais este contrapeso “eu não contribuo para me mostrar”. maldita humildade, maldita voluntariedade, mil vezes maldita! Oh rico escravizado pelo dinheiro).
B) A CONTRIBUIÇÃO CRISTÃ, SE NÃO É IGUAL AO DÍZIMO, TEM DE SER SUPERIOR;
Portanto, qualquer contribuição que não seja na base x% não é cristã, agora nos cabe descobrir a incógnita desse x. Suponha, porém, que certo crente que é liberal resolveu dar, para o sustento do serviço do evangelho 12 ou 15% da sua renda, este método é cristão? É perfeitamente cristão, ele satisfaz aos três requisitos é voluntário, é metódico e é proporcional aos rendimentos, mas suponhamos que um irmão resolveu dar 4% do seu salário, outro que mais liberal decidiu dar 6% ao seu senhor, e outro compreendeu melhor a doutrina da contribuição resolveu dar 9% de toda a sua renda.
Qual dos três está certo? Nenhum, os três estão errados!
Esta maneira de contribuir não está de acordo com as três exigências de Paulo? Não é contribuição voluntária, metódica e proporcional aos rendimentos? Sim está. Entretanto, não satisfaz as outras exigências do novo testamento. daí a razão da afirmação a contribuição cristã, se não igual ao dízimo, tem de ser superior. o novo testamento é uma infinidade de mandamentos novos, associados a diversos outros do velho testamento.
Veja um exemplo: em Mateus 5:21 nós lemos: “ouvistes que foi dito aos antigos, não matarás, mas qualquer que matar será réu de juízo” este é o texto da lei, mas o senhor Jesus intercalou os seguintes aditivos – “Eu porém, vos digo que qualquer que, sem motivo, se encolerizar contra seu irmão, será réu de juízo. e qualquer que disser ao seu irmão: Raca, será réu do sinédrio. e qualquer que lhe disser: Louco, será réu do fogo do inferno.”
Como pode ver o Sr. Jesus ao transportar este mandamento para o novo testamento, lhe deu uma nova interpretação, e lhe ampliou o sentido, tornando-o assim consentâneo com o espírito da graça.
C) O DÍZIMO É CONTRIBUIÇÃO PERFEITAMENTE CRISTÃ, PROVADA DENTRO DO NOVO TESTAMENTO.
Apresentarei três razões, pelas quais afirmarei que o dízimo é contribuição dentro do Novo testamento:
1º O dízimo de Abrão: (Gênesis 14:18-20), o mesmo assunto está registrado em (Hebreus 7:4-6), os antidizimistas afirmam que o dízimo não é da dispensação cristã e, sim da Lei. Aqui o dízimo aparece uns 400 anos antes da lei, e sem mandamentos divino (Gálatas 3:17), se o dízimo apareceu, na história do povo de Deus, tanto tempo antes da lei, certamente, não é criação sua, e muito menos, sua exclusividade. Mas pensemos um pouco a respeito da pessoa de Abraão e a sua relação para conosco. Abraão é nosso pai na fé, todo o cap. 4 de romanos nos faz esta revelação, o ver 16 desse capítulo diz precisamente o seguinte “portanto, é pela fé, para que segundo a graça, afim de que a promessa seja firme a toda a posteridade, não somente à que é da lei, mas também à que é da fé de Abraão, o qual é pai de todos nós”. Paulo escreveu em (Gálatas 3:7-9), “sabeis, pois, que os que são da fé são filhos de Abraão, ora tendo a escritura previsto que Deus havia de justificar pela fé os gentios, anunciou primeiro o Evangelho a Abraão, dizendo todas as nações serão benditas em ti, não parece dúvida! os crentes de todo o mundo são filhos do crente Abraão! e Abraão pagou o dízimo! Dele nós temos esta herança de benção; além da herança da fé. e note-se Abraão pagou dízimo quando estava na incircuncisão, isto é, quando ainda era gentio. portanto o dízimo nada tem haver com a lei no tocante a sua origem, pois surgiu muito antes dela, arranque-se da Bíblia todo o conteúdo da lei e ainda fica o Dízimo, na sua íntegra exatamente na parte que nos toca a fé e a justiça de Abraão, de quem, espiritualmente, descendemos.
2º (Hebreus 7:14) o sacerdócio de Melquisedeque era tão grande que o fez maior que Abraão, Cristo é maior que Abraão, do que Moisés, e mais sublime do que os céus: o sacerdócio de Melquisedeque é superior ao sacerdócio de Levi (da lei) e se prende diretamente a Cristo. Não há dúvida o sacerdócio de Cristo nada tem a ver com o sacerdócio de Levi, de Arão ou da lei. O sacerdócio de Cristo é o sacerdócio de Melquisedeque. Portanto, o sacerdócio de Melquisedeque é o sacerdócio cristão.o cristão.
3º Em toda questão de ordem moral, espiritual ou teológica, Jesus é autoridade máxima, e a sua palavra é decisiva. O seu parecer, sobre qualquer assunto, é suficiente para dirimir a mais intricada questão doutrinária ou controvérsia religiosa, em torno de qualquer tema bíblico. (Mateus 23:23) duas coisas importantes quero destacar nesta passagem. a primeira é a declaração de Jesus, afirmando que a fé, a misericórdia e o juízo, também pertencem a lei. Ele diz precisamente, isto “Vós dizimais a hortelã, o endro e o cominho e desprezais o mais importante da lei, o juízo a misericórdia e a fé., dizer que o juízo e , especialmente a misericórdia e a fé constituem o mais importante da lei, é tão maravilhoso que somente o Mestre Divino poderia fazê-lo, mas é o Senhor quem fala, “cale-se diante dele a terra.” Agora considere segunda, o Senhor Jesus não era antidizimista! do seu parecer observa-se, com clareza, que Ele era favorável ao Dízimo, tanto na vigência da lei, como no regime do evangelho. segundo, porque o sábado não constitui paralelo com o dízimo, o dízimo aparece, na bíblia, ligado à historia de Abraão, nos pródomos da Graça. O sábado não tem nenhuma ligação com ele. na sua biografia, que se acha registrada nos cap. 1 a 25 de gêneses, nem sequer aparece a palavra sábado. Abraão sabadista, o dízimo aparece praticado no sacerdócio de Melquisedeque, o sábado, não. Não há a mínima alusão à sua observância. o sacerdócio de Melquisedeque, certamente não era sabadista, portanto não há um paralelo entre o sábado e o dízimo.
Márcio Duarte Santiago (membro da Igreja Evangélica Congregacional de Suzano – SP)

RESPOSTA FUNDAMENTADA
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Caro Márcio, A Paz do Senhor Jesus!
Jesus não foi contra a cobrança legal Dízimo, nem a favor, mas sim indiferente, uma vez que a Lei ainda era praticada: além dos os judeus serem ignorantes ao Novo Pacto de Deus com os homens na pessoa do Filho, seu sacrifício não havia sido ainda consumado, rasgando o véu, tanto que Jesus mandou que os dez leprosos curados fossem apresentar o sacrifício, em gratidão pela cura como prescrevia a Lei. A referência de Mateus 23:23 não vem constituída de uma aprovação de Jesus à cobrança do Dízimo aos gentios, mas sim de uma repulsa à atitude dos fariseus(que eram judeus) pois desprovidos do amor, julgavam-se justos por dar seus dízimos até do cominho e da hortelã (em produtos do campo e não em valores monetários).
A referência inicial de dízimos na Bíblia, a encontramos em Gênesis 14:20, quando Abraão deu o dízimo de tudo a Melquisedeque. Outra referência no livro de Gênesis, a encontramos em Gênesis 28:22, quando Jacó promete dar o dízimo de tudo o que de Deus receber. É importante que o irmão perceba que essa determinação tanto de Abraão quanto de Jacó de dar o dízimo, foi uma decisão muito pessoal deles, que não a encontramos em Isaque, filho de Abraão e pai de Jacó, nem em nenhum dos doze patriarcas filhos de Jacó, pois foi algo que surgiu deles, como poderia acontecer com qualquer um de nós, de tomar uma determinação de doar, por exemplo: terreno, ou casa ou carros, etc., para a obra de Deus, em outras palavras, se alguém se compromete em doar ou dar alguma coisa , isto é , algum bem material para a obra de Deus, não é por isso todos os cristãos serão obrigados a agir da mesma forma, quando na realidade Deus tocou aquele irmão em particular, não deixando mandamento para que todos procedessem de igual maneira.
Veja irmão que se está falando, em Gênesis 14:20 e Gênesis 28:22, de dízimos voluntários tanto de Abraão quanto de Jacó, e que não passou de pai para filho; nem de Abraão para Isaque, nem de Jacó para seus filhos; tampouco foi por força da lei, e sim, determinação muito pessoal e individual de cada um.
Ao examinar agora o dízimo por determinação da lei, vemos que conforme Levítico 27:30, este dízimo não era em dinheiro e sim as dizimas do campo, da semente do campo e dos frutos das árvores . Este dízimo por disposição Divina foi dado aos levitas; leia isto em Números 18:21 e Neemias 10:37.
Hoje, porém, muitos líderes deturpam a palavra de Deus, coagindo os irmãos a contribuírem, não para destinarem tais benefícios aos pobres como fazia a Igreja primitiva, mas para serem sócios majoritários, mantendo um alto padrão de vida com o dinheiro da Igreja doado pelos fiéis, quando o orçamento cai e seus gordos salários começam a baixar, chamam os irmãos de ladrões: É como foram chamados os Sacerdotes da época de Malaquias que roubavam ao Senhor Deus, isso é procedimento cristão? Para finalizar, não sou contra o Dízimo, sou contra sua imposição e má administração, tanto quanto sou contra a Avareza, lógico, é correto e cristão darmos de nossos bens, segundo nossa prosperidade. As “ameaças” feitas aos irmãos nas igrejas, usando fraudulentamente a Palavra, fazem as pessoas duvidarem da graça de Deus: achando que Deus só vai gostar delas (serem abençoadas) se derem 10% ou mais dos seus bens… Ninguém tem o direito de cobrá-los de ninguém, Jesus não deixou isso como mandamento, tampouco os apóstolos, não há um versículo sequer no novo testamento que aponte para isso!
Tudo isso denigre a essência do Evangelho: os dízimos são exigidos, os irmãos são coagidos por medo de serem amaldiçoados, os dízimos são mal administrados (enriquecem os pastores), as pessoas de fora vêem tudo isso e se enojam do Evangelho. Parece um estelionato psicológico o que fazem nas igrejas contra as ovelhas do Senhor e você sabe que não estou errada, Jesus mandaria estes comerciantes embora como fez outrora! …quem sabe um dia…
Que Deus o ilumine e lhe aumente no conhecimento do evangelho genuíno de Jesus Cristo, apesar de suas críticas, eu o compreendo, pois um dia já pensei assim como você, até procurar na própria Palavra se havia razão nas informações que eu recebi.
Transparência na casa de Deus é essencial!


Extraído de: Dízimos: Lei ou Graça? http://teophilo.info/guests/englucianadizimo.htm#ixzz1yoa3glJ7
Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial No Derivatives

O DÍZIMO E AS CONTRIBUIÇÕES


  Há diferenças entre alianças de Deus para com a Igreja e para com Israel, aliás tal estudo deve ser feito posteriormente, mas o texto comumente mencionado sobre a contribuição do membro da Igreja para com sua congregação local trata-se de Malaquias 3:6-10, vejamos então o texto:

“6  Porque eu, o SENHOR, não mudo; por isso vós, ó filhos de Jacó, não sois consumidos.

7 Desde os dias de vossos pais vos desviastes dos meus estatutos, e não os guardastes; tornai-vos para mim, e eu me tornarei para vós, diz o SENHOR dos Exércitos; mas vós dizeis: Em que havemos de tornar?

8  Roubará o homem a Deus? Todavia vós me roubais, e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas.

9  Com maldição sois amaldiçoados, porque a mim me roubais, sim, toda esta nação.

10  Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim nisto, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal até que não haja lugar suficiente para a recolherdes.” Malaquias 3:6-10.

         Lemos no v. 6 que o Senhor está falando com os judeus, manifestando uma ira para com eles em razão de desobediência deles, disse que por causa do Senhor ser imutável ele não os consumiria, pois Ele havia feito alianças com eles estabelecidas por prazo perpétuo, assim Deus não iria mudar Sua afirmação inicial, mesmo que o povo continuasse infiel, Ele permanecerá fiel pois não pode negar a Si mesmo. Contudo no v.7 observamos que os judeus haviam se desviado dos estatutos do Senhor, e não tinham se arrependido e voltado atrás, Deus esperava que eles voltassem novamente para a obediência, mas o povo não mudava seu comportamento.

         O Senhor ainda afirma no v.8 que o povo judeu passou a não entregar os dízimos conforme a lei determinava, praticando o desvio dos recursos que o Senhor determinou para “Sua casa”. Deus então no v.10 faz um apelo ao povo que se arrependam e passem a enviar os dízimos para a casa do tesouro, o local onde se armazenavam os recursos enviados pelos fiéis.

         Alguns mencionam tal afirmação como não sendo válida nos dias de hoje, já que foi pronunciada no Antigo Testamento e para os judeus na ocasião, contudo vamos analisar agora o que cabe a nós como Igreja na atualidade.

         Os Apóstolos que viajavam frequentemente na região de Israel anunciando o Evangelho viviam de contribuições dos discípulos que os alimentavam, os abrigavam e os vestiam, tinham todas as necessidades cobertas pelos discípulos, e além disso quando o assunto era dinheiro na Igreja a coisa tornava-se muito mais surpreendente.

         Vejamos um texto que registra o início da Igreja primitiva e como os cristãos lidavam com as questões financeiras na Igreja:

Atos 2:44-46 – “44  E todos os que criam estavam juntos, e tinham tudo em comum.

45  E vendiam suas propriedades e bens, e repartiam com todos, segundo cada um havia de mister.

46  E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração,”

- lemos no texto claramente que todos os que criam, isto é, os salvos pela pregação do Evangelho de Jesus viviam juntos diariamente! Hoje os cultos são de 2 horas semanalmente, e ainda não é incomum ouvir algumas reclamações da demora, entretando vemos no texto que os crentes primitivos chegavam a vender suas propriedades e bens, pois muitos tinham várias propriedades e mais bens que outros, mas imperava o desapego material, eles repartiam com os outros cristãos os valores obtidos conforme cada um tinha em necessidade. Lógicamente não havia o comunismo, mas o verdadeiro cristianismo não materialista, isto é, se outro precisava de alimento ou suprir necessidades fundamentais outro fiel o socorria. A perseveração era constante na vida dos cristão no templo, comiam juntos em alegria.

         Esse quadro da Igreja primitiva não é encontrado nos dias de hoje, o mundo mudou e com ele o coração humano, ou seja os indivíduos tornaram mais consumistas e passaram a “necessitar” de coisas que não necessitavam anteriormente. Esse comportamento dos fiéis nunca foi visto no Antigo Testamento dessa maneira, o perdão era prática diária na vida do cristão.

         Paulo em suas viagens missionárias recebia sustento de suas despesas dos cristãos que tornavam-se discípulos e dos que já eram discípulos, disse Paulo sobre contribuição:

I Coríntios 16:1-3 – “1 Ora, quanto à coleta que se faz para os santos, fazei vós também o mesmo que ordenei às igrejas da Galácia.

2  No primeiro dia da semana cada um de vós ponha de parte o que puder ajuntar, conforme a sua prosperidade, para que não se façam as coletas quando eu chegar.

3  E, quando tiver chegado, mandarei os que por cartas aprovardes, para levar a vossa dádiva a Jerusalém.”

 - Paulo ordenou que se realizasse uma coleta para os cristãos, e disse no v.2 que separassem no primeiro dia da semana tudo o que puderem ajuntar conforme a prosperidade de cada um, ele não estipulou valores, e disse ainda que mandaria cristãos previamente escolhidos para levar os valores a Jerusalém.

         A contribuição para a obra de Deus prosseguia entre as Igrejas primitivas de maneira ampla e firme, os Filipenses foram os que mais contribuiram com missões, leiamos o que Paulo diz sobre eles:

Filipenses 4:10-19 – “10 Ora, muito me regozijei no Senhor por finalmente reviver a vossa lembrança de mim; pois já vos tínheis lembrado, mas não tínheis tido oportunidade.

11  Não digo isto como por necessidade, porque já aprendi a contentar-me com o que tenho.

12  Sei estar abatido, e sei também ter abundáncia; em toda a maneira, e em todas as coisas estou instruído, tanto a ter fartura, como a ter fome; tanto a ter abundância, como a padecer necessidade.

13  Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece.

14  Todavia fizestes bem em tomar parte na minha aflição.

15  E bem sabeis também, ó filipenses, que, no princípio do evangelho, quando parti da Macedônia, nenhuma igreja comunicou comigo com respeito a dar e a receber, senão vós somente;

16  Porque também uma e outra vez me mandastes o necessário a Tessalônica.

17  Não que procure dádivas, mas procuro o fruto que cresça para a vossa conta.

18  Mas bastante tenho recebido, e tenho abundância. Cheio estou, depois que recebi de Epafrodito o que da vossa parte me foi enviado, como cheiro de suavidade e sacrifício agradável e aprazível a Deus.

19  O meu Deus, segundo as suas riquezas, suprirá todas as vossas necessidades em glória, por Cristo Jesus.”

         Paulo finalizando sua carta aos cristãos de Filipos (cidade localizada na região da Macedônia, Grécia), diz que muito se alegrou em reviver a lembrança dos irmãos de Filipos e não por que tinha necessidade de alguma coisa material, mas ele menciona que havia aprendido a contentar-se com o que tinha. Paulo afirma que pode tudo em Cristo, passar necessidade e ter abundância, mas ele diz no v.14 que os irmãos fizeram bem em tomar parte na aflição dele, e mais, ele afirma que nenhuma Igreja da Macedônia se comunicou com ele, isto é, Paulo não havia recebido nada para seu sustento das outras Igrejas que ele começou na região de Filipos.

         Ele havia recebido contribuição dos Filipenses anteriormente quando estava em Tessalônica e se lembrou disso, muito embora o Apóstolo não estivesse interessado em dádivas, mas sim feliz porque os Filipenses ganharam recompensas celestiais com isso (v.17). O irmão Epafrodito foi o encarregado de levar a Paulo a coleta feita em Filipos para ele, note que no v.18 a Palavra de Deus nos informa que foi uma oferta a Deus!

         Aprendemos que contribuir para a missão de levar a Palavra da Salvação ao perdido é uma nobre oportunidade, na realidade uma verdadeira honra.

         A contribuição para a obra do Senhor na realidade não trata-se de um favor da parte humana para Deus, de modo algum! Todo o cristão firme e fiel tem entendimento suficiente para compreender que entregando recursos financeiros para a propagação do Santo Evangelho, de maneira honesta e dedicada, vai estar na realidade tendo a honra de proporcionar de si algum esforço para alcançar o perdido com a Palavra.

         O propósito da contribuição para o cristão não trata-se de donativos simplesmente, mas sim de um favor imerecido da parte de Deus para com o cristão contribuinte!

         Leiamos o texto abaixo e estudemos minuciosamente.

II Coríntios 8:1-15 – “1 Também, irmãos, vos fazemos conhecer a graça de Deus dada às igrejas da Macedônia;

2  Como em muita prova de tribulação houve abundância do seu gozo, e como a sua profunda pobreza abundou em riquezas da sua generosidade.

3  Porque, segundo o seu poder (o que eu mesmo testifico) e ainda acima do seu poder, deram voluntariamente.

4  Pedindo-nos com muitos rogos que aceitássemos a graça e a comunicação deste serviço, que se fazia para com os santos.

5  E não somente fizeram como nós esperávamos, mas a si mesmos se deram primeiramente ao Senhor, e depois a nós, pela vontade de Deus.

6  De maneira que exortamos a Tito que, assim como antes tinha começado, assim também acabasse esta graça entre vós.

7 Portanto, assim como em tudo abundais em fé, e em palavra, e em ciência, e em toda a diligência, e em vosso amor para conosco, assim também abundeis nesta graça.

8  Não digo isto como quem manda, mas para provar, pela diligência dos outros, a sinceridade de vosso amor.

9  Porque já sabeis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo que, sendo rico, por amor de vós se fez pobre; para que pela sua pobreza enriquecêsseis.

10  E nisto dou o meu parecer; pois isto convém a vós que, desde o ano passado, começastes; e não foi só praticar, mas também querer.

11  Agora, porém, completai também o já começado, para que, assim como houve a prontidão de vontade, haja também o cumprimento, segundo o que tendes.

12  Porque, se há prontidão de vontade, será aceita segundo o que qualquer tem, e não segundo o que não tem.

13  Mas, não digo isto para que os outros tenham alívio, e vós opressão,

14  Mas para igualdade; neste tempo presente, a vossa abundância supra a falta dos outros, para que também a sua abundância supra a vossa falta, e haja igualdade;

15  Como está escrito: O que muito colheu não teve de mais; e o que pouco, não teve de menos.



         Analisando essa porção das Escrituras na qual o Apóstolo Paulo comenta sobre a coleta para os cristãos vamos conferir as afirmativas já vistas no estudo anteriormente.

         O início do texto menciona que Deus deu uma graça às Igrejas da Macedônia, ou seja, proporcionou aos crentes daquelas Igrejas um favor que não mereciam tê-lo, ou seja, a oportunidade de contribuir para a causa do Evangelho. No v.2 lemos que a generosidade dos cristãos foi abundande diante da pobreza que eles provavelmente viviam. Paulo ainda menciona no v.4 que os irmãos pediram com muitos rogos, i.e, de fato insistiram muito para que fosse aceita a contribuição (a graça dada aos contribuintes) aos cristãos. Os cristãos que enviaram a contribuição tinham grande amor com os obreiros do Senhor, lemos isso no v.7. Paulo exorta no v.9 que eles conheciam muito bem a graça do Senhor Jesus que sendo rico (Criador de todas as coisas) se fez pobre para através dessa pobreza os seres humanos salvos sejam enriquecidos! Maravilhosa obra redentora de Jesus.

         Finalizando o assunto entendemos que na Igreja não foi mencionado o dízimo, porém a contribuição era massiva entre os fiéis, aqueles que de fato entenderam as necessidades dos obreiros do Senhor e que tratava-se de uma honra poder acrescentar de algum modo sua particular contribuição para a expansão do Evangelho.

         Jesus disse a respeito da vúva pobre em Marcos 12:43-44 “42  Vindo, porém, uma pobre viúva, deitou duas pequenas moedas, que valiam meio centavo. 43  E, chamando os seus discípulos, disse-lhes: Em verdade vos digo que esta pobre viúva deitou mais do que todos os que deitaram na arca do tesouro; 44  Porque todos ali deitaram do que lhes sobejava, mas esta, da sua pobreza, deitou tudo o que tinha, todo o seu sustento.”. O Senhor chegou a chamar os discípulos que estavam afastados dEle para ouvirem a exaltação da pobre viúva, que tinha colocado como contribuição tudo o que tinha muito embora tenha sido muito pouco em valor. Notemos ainda que os que contribuiram anteriormente a pobre viúva haviam colocado na arca do tesouro os valores que eles tinham de sobra. Jesus não mostrou nenhum mérito no que fizeram, já que colocaram as sobras para o Senhor, porém a pobre senhora colocou tudo o que tinha. A Igreja de Jesus precisa ter visão missionária, enviar obreiros para o campo e sustentá-los, manter a Igreja local com suas despesas é o mínimo que se faz, pois as coisas maiores estão fora dos portões, ou seja, manter e enviar cristãos para missões.

         A grande realidade é que deveriamos colocar as honras de contribuir com tudo o que podemos, procurar desapegar-se dos bens materiais, mas o alvo maior são as almas perdidas. Existem cristãos que contribuiem para missões sérias com mais da metade do que ganham! Nada que construimos ficará conosco pela eternidade, apenas as almas que de uma forma participamos em sua conversão à Jesus Cristo.



Observação: A grande realidade acerca da contribuição é que o cristão teria o dever fundamental de amar o perdido, sentir ardente desejo de propagar a mensagem que o salvou da condenação eterna, para tanto participar da excelente obra de salvação, seja indo pessoalmente no campo para anunciar a Verdade ou promover a ida de outros irmãos que se prontificam a tal trabalho excelente. Contribuir para isso na realidade é uma oportunidade ímpar na vida do cristão e será sem dúvida o emprego mais promissor do dinheiro. O investimento que garante ao cristão a satisfação plena e perpétua de participar da introdução de almas no reino dos céus, com essa visão no coração do cristão contribuir com 10% passará a ser irrisória dádiva, a realidade da Igreja é justamente de amplitude muito maior do que simplesmente dizimar mensalmente no templo, mas contribuir avidamente com missões e manter sua Igreja local aberta com estrutura para abrigar ao faminto da Palavra de Deus.

            Faltam Bíblias nos campos para os pobres, faltam recursos a poucos missionários que se dispuseram a ir para o campo, falta na realidade mais amor por parte dos cristãos, os quais precisam sair fora da porta e começarem a atingir a todos, até mesmo seus vizinhos, não é difícil encontrar uma pessoa que desconhece a fé de seu vizinho e chega a surpreender-se ao saber que ele é um cristão! Sair do anonimato e anunciar com amor a Palavra, vivendo um exemplo de vida para que todos possam ver a Verdade no comportamento do cristão é o mínimo que o fiel deve fazer, entregar seus recursos para salvar almas não é mérito, mas deveria fazer parte da vida do cristão professo.


Batismo nas Águas e Santa Ceia do Senhor - Segundo as Sombras das Coisas Futuras do Velho Testamento.


Introdução.
Simples, objetiva e sem sombra de variação, assim é a Palavra de Deus. As muitas vozes na terra trazem confusão ou, sabe-se lá, quantas interpretações possíveis. A Palavra de eus não permite particular interpretação e, somente assim, o Caminho de Deus será Perfeito. Desde a criação, da primeira letra escrita pelos homens inspirados por Deus, tudo tem seu propósito. Deus não é Deus que escreve por escrever, Deus não "acha" interessante e faz simplesmente constar. Não. Tudo o que está escrito da parte de Deus tem propósito firme e imutável.

Mas, convém um alerta: Se, nas coisas que são evidentes há severas divergências contra a Palavra de Deus, que diremos daquelas que dependem do discernimento espiritual e interpretação revelada para serem realmente compreendidas?

A Palavra, por si mesma, fala.

Quando uma chave abre novidades, muito do que já é sabido necessita ser reconsiderado.

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O estudo bíblico sobre o Batismo nas Águas será desenvolvido com tópicos, exemplos, comparações e situações ilustrativas, visando facilitar o entendimento diante da Palavra de Deus conforme a graça que está em Jesus Cristo. Certo é, tudo o que for expresso, é porque acontece na realidade, na prática. Nada será "inventado".

*Alerta! Não aceite a heresia de que o Batismo nas Águas está extinto para a Nova Aliança.

A denominação Igreja Cristo Vive, que se pronuncia como a continuação da reforma protestante iniciada por Martinho Lutero, e anunciadora do verdadeiro Evangelho da graça de Jesus Cristo, anula o Batismo nas Águas, contrariando de forma grosseira e desqualificada o que está expresso na Palavra de Deus.

Entretanto, por outro lado, não anula o "deus dízimo", colocando-o, como tantos hereges fazem, na posição de "plenitude da benção de Deus em todos os assuntos da vida", ou seja, sem dízimo, Deus Pai e Jesus não servem para nada. Na ignorância, ou não, chamam Deus Pai de burro e maligno?

Será feita uma abordagem específica sobre ministérios denominados evangélicos que anularam o Batismo nas Águas.

Vou apenas fazer uma breve e clara consideração sobre um trecho dos estudos doutrinários da Igreja Cristo Vive.
Tomam o texto da carta aos Hebreus, capítulo 6, versículos de 1 ao 3, e fazem a seguinte exposição:
" ... 1. Paulo nos faz um chamado a deixar os princípios elementares da doutrina de Cristo (rudimentos) e caminhar para a perfeição.
a) Há doutrinas superiores e mais profundas do que as doutrinas de Cristo estando em carne, no cumprimento da lei.
Hb 6:1-3 - "Por isso, pondo de parte os princípios elementares da doutrina de Cristo, deixemo-nos levar para o que é perfeito, não lançando, de novo, a base do arrependimento de obras mortas e da fé em Deus, o ensino de batismos e da imposição de mãos, da ressurreição dos mortos e do juízo eterno. Isso faremos, se Deus permitir. ... "

Misturou tudo, que confusão!

Chega ser estranha, absurda e infantil a interpretação que fazem, pois, o texto está dizendo que, naquele momento, não conviria falar das coisas básicas da doutrina de Cristo e sim, falar de algo novo que, depois de ter aprendido o básico, chega o momento de ser acrescentado e aprendido "além" do básico. E, se houvesse oportunidade, falariam do assunto novamente, ou seja, voltariam ao assunto da doutrina elementar, básica.

O texto da Bíblia não está anulando a doutrina elementar, básica, mas está dizendo apenas que aquele momento era para, podemos dizer: tratar de outros assuntos.

Princípios elementares ou rudimentares significam AS BASES ONDE TUDO SE INICIA e, não diz que estão anulados.

Interpretando o texto de Hebreus, capítulo 6, diz:
"1. Por isso, deixando os rudimentos da doutrina de Cristo, prossigamos até à perfeição, não lançando de novo o fundamento do arrependimento de obras mortas e de fé em Deus,
2. E da doutrina dos batismos, e da imposição das mãos, e da ressurreição dos mortos, e do juízo eterno.
3. E isto faremos, se Deus o permitir.
4. Porque é impossível que os que já uma vez foram iluminados, e provaram o dom celestial, e se tornaram participantes do Espírito Santo.
5. E provaram a boa palavra de Deus, e as virtudes do século futuro,
6. E recaíram, sejam outra vez renovados para arrependimento; pois assim, quanto a eles, de novo crucificam o Filho de Deus, e o expöem ao vitupério.
7. Porque a terra que embebe a chuva, que muitas vezes cai sobre ela, e produz erva proveitosa para aqueles por quem é lavrada, recebe a bênção de Deus; " (destaques meus)

Doutrina de Cristo, que é também a doutrina dos apóstolos do Cordeiro, é a base e fundamento da Igreja do Senhor.
Ninguém está autorizado para estabelecer ou "inventar" outro fundamento além da única doutrina de Cristo.
Sendo doutrina de Cristo, significa que ela já está estabelecida e não pode ser alterada por ninguém e tudo o que está contido nela deve ser obedecido e praticado.

Quando Hebreus 6:1 diz para deixar os rudimentos da doutrina de Cristo, nos versículos seguintes, apresenta a complementação da frase.

O versículo 2 diz doutrina dos batismos, está no plural, significando mais de um batismo.

Deixar os rudimentos não significa, dentro do contexto, deixar de praticar o batismo nas águas. Está dizendo que não se batiza nas águas mais de uma vez e, o ensino sobre batismo nas águas seria redundante para quem já sabe seu significado e, traria retrocesso para assuntos que necessitavam de serem priorizados na ocasião da narrativa.

Mesmo assim, o escritor de Hebreus aproveita a ocasião e traz esclarecimentos que ensinam.

Os versículos estão dizendo que não é possível rebatizar ou realizar novo batismo nas águas para que, através dele haja um "outro" novo nascimento (mais de uma vez), pois, batismo nas águas é, ao levantar das águas, a ressurreição em Cristo, somente uma vez.

Colossenses 2:12, diz:
" Sepultados com ele no batismo, nele também ressuscitastes pela fé no poder de Deus, que o ressuscitou dentre os mortos. "

Aquele que nasceu de novo, se cair, pecar, deve buscar concerto com Deus através de sincero arrependimento, recebendo o perdão e, NÃO, batizar novamente nas águas.

Essas passagens, também, não estão dizendo que, alguém já batizado nas águas (nascido de novo), que cai em pecado, não tem mais perdão, pois, essa interpretação errada ocorre no meio chamado evangélico, criando situações em que a pessoa é lançada no inferno pelo próprio dirigente da igreja, conforme a doutrina que defende, dizendo ser interpretação bíblica.

Assim, pegam uma linha por textos absurdamente interpretados e transformam em "doutrina evangélica" ou, "doutrina de Cristo", dizendo ser Igreja de Jesus Cristo, anulando a Palavra e mandando para o inferno com muito amor e poder.

Um dos rudimentos ou princípio elementar da doutrina evangélica é o arrependimento do pecado. Remove-o também?
Sendo o princípio elementar da conversão do homem do seu pecado para nascer de novo, digo: Arrependei-vos!

Se, do texto de Hebreus 6:1-3, usam para justificar a remoção do batismo nas águas, então, todos os outros itens que o mesmo texto faz referência, devem ser removidos e não podem mais ser praticados juntamente, ou seja, "... obras mortas e da fé em Deus, o ensino de batismos e da imposição de mãos, da ressurreição dos mortos e do juízo eterno ..." Então, acompanhando o entendimento da Igreja Cristo Vive, a fé em Deus, o ensino de batismos e da imposição de mãos, da ressurreição dos mortos e do juízo eterno não existem mais. Não há mais fé em Deus, não há mais batismo nas águas, não há mais imposição de mãos, não há mais ressurreição dos mortos e não há mais juízo eterno. Quer dizer, se tudo isso não é mais praticado porque a frase e o contexto é um só no versículo, criaram uma seita, porque anularam a Palavra de Deus rejeitando os elementos fundamentais da doutrina de Cristo.

Se em um texto tão "simples e inteligível" para interpretação, cometem tal "infantilidade absurda e desvio", que se dirá dos textos da Bíblia que dependem de revelação? Por isso nasce a heresia e falsa doutrina dizendo ser de Cristo.

Em um lugar onde se dá valor "ao anel no dedo e diplomas" isso é previsível.
O próprio Deus verdadeiro não permite que vejam a verdade. Cegos que guiam cegos.

Bom ... se olharmos certas igrejas que se denominam evangélicas, nos dias de hoje, já removeram, também, esses "rudimentos".

A confusão e laço de engano é: Ao invés de anularem os rudimentos da letra da Lei do Velho Testamento, que fortaleceram ainda mais como o caso do dízimo, anularam as bases da doutrina de Cristo, removendo o Batismo nas Águas.

Isso se chama, diante da Palavra de Deus, espírito de engano. Doutrina diabólica.
Mesmo que façam as "obras parecidas", estão destituídos de Deus, como tantos outros que "usam" o nome de Jesus Cristo e não são Dele.

Desprezam o que une o homem a Deus, o Batismo nas águas e, exaltam, o que une o homem a Satanás, o dinheiro.
Arrependei-vos enquanto há tempo.

Mas, vamos ao estudo ...

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A igreja facilita ou dificulta a entrada no reino dos céus?

· Quando é afirmado que o batismo nas águas é apenas um ritual simbólico, limita-se ao entendimento de que não gera consequências, além do simples cumprimento de uma ordenança formal (externa), formalizadora de uma ordem. E, que não produz consequências espirituais (interna).

· Como é dominante o ensino: é um testemunho público.

· Há o entendimento de que o crente, não batizado nas águas, não pode participar da Santa Ceia do Senhor, ou seja, ele não pode sentar-se à mesa com o Senhor e seus irmãos (se é que tem o direito de ser chamado de irmão, neste caso).

· Participar da Santa Ceia do Senhor implica que o crente faz parte do Corpo de Cristo – da Igreja – e que nela está incluso e congregado – ligado – à cabeça que é Cristo.

· Se o crente não participa da Ceia por não ser batizado nas águas, significa que, só pelo batismo nas águas terá acesso, poderá ser congregado ao Corpo de Cristo – a Igreja – e estar, assim, ligado à cabeça que é Cristo.

· Se não pode participar da Ceia, fica também implícito que não está ligado à Igreja, pois, a sua fé está debaixo de um pré juízo, aguardando decisão, ou seja, aguarda julgamento da sua fé.

· Se não pertence ao Corpo de Cristo, significa que não pertence à Deus e, não está congregado ao Corpo de Cristo porque não foi batizado, dando a entender que o acesso ao Corpo não é crer mas batizar.

· Se o crente não pertence ao Corpo de Cristo (se não está ligado), significa que não é justificado e que, também, Cristo ainda não é o seu Senhor, mesmo crendo nele de todo o coração – ou seja – só o batismo nas águas pode dar legitimidade à sua fé, integrando-o, ligando-o, congregando-o ao Corpo de Cristo.

Evangelho de Mateus 16:19, diz:
"E eu te darei as chaves do reino dos céus, e tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus."

Evangelho de Mateus, capítulo 18, diz:
"18. Em verdade vos digo que tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu.
19. Também vos digo que, se dois de vós concordarem na terra acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por meu Pai, que está nos céus.
20. Porque onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles."

Carta 1 Coríntios, capítulo 10, diz:
"16. Porventura, o cálice de bênção que abençoamos não é a comunhão do sangue de Cristo? O pão que partimos não é, porventura, a comunhão do Corpo de Cristo?
17. Porque nós, sendo muitos, somos um só pão e um só corpo; porque todos participamos do mesmo pão."

· Acompanhando esses vínculos de entendimento fica também inserido que, se o crente, ainda, não pertence ao Corpo de Cristo, à comunhão dos santos, ele não tem salvação e, ainda, aguarda outro julgamento (de quem ?), porque a igreja não uniu-o à ela, porque, ela mesma, não realizou o batismo nas águas. · Jesus diz que a circuncisão é do coração, crer de todo o coração e, não a circuncisão da letra. · Felipe disse ao eunuco de Candace que nada impediria ser batizado, pois, era lícito ser batizado se cresse de todo o coração (at 8:37). É lícito, ou seja, é honesto, é correto, é justo, está de conformidade com a lei.

Qual a lei de Deus que dá essa licitude?
Seria a lei do amor, conforme a graça de Jesus Cristo, crendo de todo o coração?

Qual a justiça? A dos doutrinadores, conforme a letra ou suas próprias razões e entendimentos, ou a justiça de Jesus Cristo conforme a interpretação revelada embutida no Velho Testamento?

Lembrando:
Não é certo usar as expressões: na minha opinião; eu acho; eu entendo; do meu ponto de vista; o meu ministério diz; a doutrina da minha igreja; eu defendo a doutrina tal e o outro a outra tal…enfim, ninguém é dono de uma verdade pessoal, porque a Palavra de Deus não permite "novos inspiradores", A Palavra já tem seu Mestre e Senhor.

Se a pessoa não está apta para ser batizada, diante de tantos julgamentos antecipados, então, (para os que crêem no dízimo), muito menos apta está, para dizimar. Entretanto, sabemos que, ao novo convertido, a primeira coisa em que é obstinadamente lembrada é que, aceitou Jesus, já pode começar a dizimar, mesmo sem entender o que está fazendo, senão o inimigo terá habilitação sobre ela e não poderá ser abençoada por Deus, porque estará roubando de Deus.

Começa a fazer por medo conforme o pacote-pronto-doutrinário-inquestionável. O deus dízimo começa o seu trabalho.

A Palavra diz que Deus não está preocupado com o dinheiro deste mundo mas, com o roubo das almas que são Dele.

Quem, realmente, está pecando diante de Deus? Aquele que possivelmente esteja roubando o dinheiro de Deus (chega a ser ridículo expressar assim), ou aqueles que estão roubando as almas que pertencem à Deus, que foram compradas pelo Senhor da Glória, Jesus Cristo e, cuja fé está sendo julgada por homens e sendo cerceada a entrada no reino dos céus?

Este é o roubo que Deus sempre falou. Roubar almas.

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Destaque 1:
O Batismo nas Águas recebe o lugar de primeiro tema apresentado neste estudo bíblico porque, conforme o nascimento de um filho dentro da nação de Israel, o primeiro ato a ser realizado, no oitavo dia após o parto, era a circuncisão da criança.

A circuncisão no Velho Testamento é Sombra das Coisas Futuras, sendo, para nós hoje, figura do Batismo nas Águas.
A circuncisão, ontem, é o Batismo nas Águas, hoje.

Nasce um filho de Deus, de pais santos e, em seguida, recebe a consagração como pertencente à nação de Deus, ao povo de Deus.

Nasceu dentro da nação de Israel - povo de Deus - hoje a Igreja de Jesus Cristo - pertence à Deus, sem depender de aprovação promovida pelo juízo humano, ou de decisão da criança depois que atingir determinada idade.

Não são as justiças, razões, doutrinas ou entendimentos pessoais e naturais, dos homens, que autorizam consagrar - batizar - uma criança à Deus, mas, a Palavra de Deus, conforme a verdade das Sombras das Coisas Futuras já deixadas para o povo conforme a interpretação revelada.

Diante da Bíblia, de modo algum é permitida a interpretação particular do tipo: "eu entendo assim."
Deus já deixou uma interpretação real e irretorcível.

Quando há divergência dessa interpretação real, pode-se cometer graves iniquidades, violências dissimuladas contra a verdade e a graça do Evangelho da Salvação de Jesus Cristo, com uma aparência de que tudo vai bem.

Gravíssimo crime está sendo cometido no Corpo de Cristo: Do infanticídio ao genocídio.

De Deus não se rouba dinheiro, pois Ele não depende e nem quer o dinheiro deste mundo, mas, de Deus, o único roubo se comete quando não entregamos o que pertence a Ele: as almas. Retendo com pecado, engano e violência à graça que foi dada em Jesus Cristo.

Carta aos Romanos, capítulo 6, diz:
"3. Ou não sabeis que todos quantos fomos batizados em Jesus Cristo fomos batizados na sua morte?
4. De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo ressuscitou dos mortos pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida.
5. Porque, se fomos plantados juntamente com ele na semelhança da sua morte, também o seremos na da sua ressurreição;
6. sabendo isto: que o nosso velho homem foi com ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, a fim de que não sirvamos mais ao pecado.
7. Porque aquele que está morto está justificado do pecado."

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Destaque 2:
Este Destaque visa enfatizar a relação do Batismo nas Águas com a Ressurreição.

- Se o Batismo nas Águas é só simbólico, mero ritualismo ou uma encenação pública somente figurativa, conforme alguns ensinam no meio evangélico, não tem valor, é dispensável, é perda de tempo, não é ato de fé e não gera novidade de vida – não gera ressurreição. Na Igreja de Jesus Cristo, dizer que qualquer procedimento é apenas um ritual, caímos da graça e entramos nos significados da letra sem interpretação real da Lei do Velho Testamento.

O "espírito da lei" não vê além da letra. É interpretação sem revelação.

- A Palavra diz que há ressurreição no Batismo nas Águas.
- Só é possível a ressurreição pelo poder de Deus, ou seja, o Espírito Santo da ressurreição está presente no ato do Batismo nas Águas, consagrando, separando para o Corpo de Cristo, em poder, o que foi figurado pela circuncisão no Velho Testamento.
- O mesmo poder que ressuscitou Jesus Cristo dos mortos. Antes do Batismo nas Águas estava morto no mundo e, no Batismo nas Águas sou legitimado no Corpo de Cristo, que é a Igreja, pelo poder de Deus.
- Se o ato do Batismo é só figuração, encenação pública, é inútil e não há ressurrerição e a Palavra estaria mentindo.
- Se não cremos que no Batismo há ressurreição, vã é a nossa fé e vão também o ato.
- Se é ato de fé gera real ressurreição.

Carta 1 Coríntios 15:17, diz:
"E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados."

Uma frase constante no Novo Testamento: "à quem Deus ressuscitou dos mortos."

Carta aos Romanos, capítulo 6, diz:
"1. Que diremos pois? Permaneceremos no pecado, para que a graça abunde?
2. De modo nenhum. Nós, que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele?
3. Ou ainda não sabeis que todos quantos fomos batizados em Jesus Cristo fomos batizados na sua morte?
4. De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo ressuscitou dos mortos pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida.
5. Porque, se fomos plantados juntamente com ele na semelhança da sua morte, também o seremos na da sua ressurreição;
6. Sabendo isto, que o nosso homem velho foi com ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, para que não sirvamos mais ao pecado.
7. Porque aquele que está morto está justificado do pecado
8. Ora, se já morremos com Cristo, cremos que também com ele viveremos
9. Sabendo que, havendo Cristo ressuscitado dos mortos, já não morre: a morte não mais terá domínio sobre ele
10. Pois quanto a ter morrido, de uma vez morreu para o pecado, mas,quanto aviver, vive para Deus.
11..."

Carta aos Colossensses, capítulo 2, diz:
"11. No qual também estais circuncidados com a circuncisão não feita por mão no despojo do corpo da carne: a circuncisão de Cristo
12. Sepultados com ele no batismo, nele também ressuscitastes pela fé no poder de Deus, que o ressuscitou dos mortos
13. E, quando vós estáveis mortos nos pecados, e na incircuncisão da vossa carne, vos vivificou juntamente com ele, perdoando-vos todas as ofensas
14..."

Carta 1 Pedro, capítulo 3, diz:
"20. Os quais noutro tempo foram rebeldes quando a longanimidade de Deus esperava nos dias de Noé, enquanto se preparava a arca; na qual poucas (isto é, oito) almas se salvaram pela água:
21. Que também , como uma verdadeira figura, agora vos salva, batismo, não do despojamento da imundícia da carne, mas da indagação de uma boa consciência para com Deus, pela ressurreição de Jesus Cristo;
22. O qual está à destra de Deus, tendo subido ao céu: havendo-se-lhe sujeitado os anjos, e as autoridades e as potências."

Carta aos Colossensses, capítulo 3, diz:
"1. Portanto, se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus .
2. Pensai nas coisas que são de cima, e não nas coisas que são da terra;
3. Porque já estais mortos, e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus."

Carta aos Romanos, capítulo 8, diz:
"11. E o Espírito daquele que dos mortos ressuscitou a Jesus habita em vós, aquele que dos mortos ressuscitou a Cristo também vivificará os vossos corpos mortais pelo seu Espírito que em vós habita.
15. Porque não recebestes o espírito de escravidão para outra vez estardes em temor, mas recebestes o espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba Pai."

Carta aos Romanos, capítulo 10, diz:
"8. Mas que diz? A palavra está junto de ti, na tua boca e no teu coração; esta é a palavra da fé, que pregamos,
9. A saber: Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dos mortos, serás salvo
10. Visto que com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação
11. Porque a Escritura diz: Todo aquele que nele crer não será confundido
12. Porquanto não há diferença entre judeu e grego: porque um mesmo é o Senhor de todos, rico para com todos os que o invocam
13. Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo."

Ver: Romanos 10:8-13 + Atos 8:26-40 Felipe e o eunuco de Candace.

Carta aos Romanos 7:6, diz:
"Mas agora estamos livres da lei, pois morremos para aquilo em que estávamos retidos; para que sirvamos em novidade de espírito, e não na velhice da letra."

Todo o capítulo 15 de 1 Coríntios.
Carta 1 Coríntios 15:
"17. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados.
18. E também os que dormiram em Cristo estão perdidos."

Carta aos Efésios 1:20, diz:
" Que manifestou em Cristo, ressuscitando-o dos mortos, e pondo-o à sua direita nos céus. "
Carta aos Efésios 2:6, diz:
" E nos ressuscitou juntamente com ele e nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus."

Carta aos Colossensses 1:13, diz:
"O qual nos tirou da potestade das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu amor."

Carta aos Efésios 6:12, diz:
"Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas sim contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais."

Carta 1 Pedro 1:3, diz:
"Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua grande misericórdia, nos gerou de novo para uma viva esperança, pela ressurreição de Jesus Cristo, dentre os mortos."

Sendo a morte de Cristo, sepultamento e ressurreição, significa que crendo Nele de todo o coração, não é o juízo de homem que autoriza ser batizado. Somente a justiça de Deus em Jesus Cristo que me dá o direito de ser batizado.

Quem ordenou esse direito sem qualquer outro julgamento foi o Senhor e Sua Palavra.

Se ocorre cerceamento desse direito, dessa graça, mesmo crendo, a porta dos céus – que é o próprio Senhor – ainda está fechada para mim, mas não por causa Dele, mas por causa dos juízes deste mundo, juízo de homem, juízes da minha fé. Pode isso? Julgar a fé e aquilo que ainda não aconteceu. Julgando por previsões de análises humanas.

Com esta breve observação, surge uma pergunta: Quem, realmente, participa indignamente da mesa do Senhor?

· O crente, novo convertido, orientado ou não, alega estar consciente de que necessita, por exemplo, Primeiro, deixar de fumar e, só então, submeter-se ao batismo nas águas e participar, da Ceia do Senhor. E, não sendo batizado, também, a justificação está aguardando deliberação. Essa falsa consciência da verdade, apresentada por essa pessoa, é manifestada porque "alguém pregou" alguma coisa para ela.

Assim, a pessoa que deseja o Senhor Jesus e a salvação da sua alma, não pode morrer com Cristo e ser batizado conforme está na carta do apóstolo Paulo, Romanos, capítulo 6, versículo 7.

Quando a pessoa, depois de assim estar conscientizada, julga-se e exclui-se da mesa da Ceia do Senhor, está ao mesmo tempo dizendo, conforme já vimos acima: que não tem condições de ser, ainda, chamada de irmão, porque se não participou do batismo que consequentemente desautoriza da Ceia, não faz parte do Corpo de Cristo. Essa pessoa está à margem, mesmo crendo de todo o coração no Senhor e desejando ser santificada pelo Seu poder.

Aqui vem uma "flecha certeira":
Essa pessoa que está "do lado de fora" porque ainda fuma e não tem forças para ser liberta, mas, crê em Deus Pai e Jesus Cristo de todo coração, sinceramente, se o Senhor vier, será salva? CERTAMENTE QUE SIM.

Onde há argumento, então, para negar o batismo nas águas?

Não é "dentro" do Corpo de Cristo que sou santificado? Não é dentro do Corpo de Cristo que passo pelo processo de ser purificado? Mas me deixam do lado de fora!!! Que eu me vire!!!

· Fraquezas? Quem mede a proporção delas de uma pessoa para outra? Quem pode julgar essas coisas? Homens naturais e falhos? Psicólogos da fé? Sábios conforme os homens?

· Pessoa que não pode ser batizada porque ainda não é digna, está com contaminações. Oportunamente considerarei essa expressão: digno.

Agora, se a pessoa que foi batizada peca e se contamina, por consequência, o seu batismo foi inútil? Seria necessário novo batismo? Os que estão dentro não podem alegar ignorância e o peso seria maior e, aquele que autorizou o batismo deveria "pagar junto" porque autorizou a batismo desse que pecou? Na análise e juízo que permitiu o batismo não foi possível identificar o futuro pecado?

Se é por entendimentos e julgamentos de homens que o Batismo nas Águas é autorizado, conforme a reta justiça, quando alguém pecar depois de ser batizado, aquele que autorizou deveria prestar contas do seu inadmissível erro. Deveria ser tratado com a mesma severidade que usa para julgar os "candidatos" ao batismo.

Me diz: Quantos pecam mesmo depois do Batismo nas Águas? Sim, inclusive os líderes!

· De um lado uns lançam juízo dos fatores externos, impedindo a entrada no Reino de Deus, entretanto, pelo outro lado, procede-se a juízos de fatores mais sérios, insondáveis e futuros, internos, íntimos, cerceando a entrada no Reino de Deus.

· A Igreja do Senhor Jesus é a porta do Reino dos Céus na terra. Jesus diz no Evangelho de João 10:7 que Ele é a Porta. A Igreja é o Corpo de Cristo. Só que o Espírito Santo da Graça perdeu a posição de porteiro...não é mais por graça.

Situação: Pessoa chega diante do Senhor e diz que deseja ser Dele – crendo de todo o coração – a Porta está aberta (o Senhor conhece nossas fraquezas e limitações, conhece a verdade real dos corações).

O Senhor não faz nenhum outro juízo nessa hora. Ele diz: "Venha como está". ENTRE COMO ESTÁ. A pessoa está arrependida dos pecados e crê que Jesus Cristo é o Senhor e Salvador do mundo e da alma dela, entregando-se à Ele. Se pode entrar pela Porta, que é o principal, como cercear o secundário? * Vou explicar melhor aqui, para entender a expressão secundário, pois está expressa no sentido de "segundo passo". Por que segundo passo? Sim, segundo passo porque o Principal, o Senhor Jesus, já recebeu a pessoa, A PESSOA JÁ ENTROU PELA PORTA, agora é a vez de ser recebido no Corpo de Cristo, congregar-se. Mas aqui começa o problema.

Jesus abriu as portas, mas os homens levaram de volta até a soleira e disseram: "Não é bem assim...tem algumas condicionantes..." (Que terrível verdade, Deus tenha misericórdia de nós).

Creio que é inteligível a extensão dessa frase acima. Não só para este assunto que estamos conversando, mas tantos outros que esclarecem como é cerceada a entrada no Reino de Deus pela Porta da Graça, Jesus Cristo. Uma coisa eu sei por entendimento, que naquele dia as ovelhas que Deus mandou para a Igreja, mas que estão amarradas do lado de fora, serão trocadas pelos que as amarraram.

O batismo nas águas, conforme a doutrina hoje, "recebe" a pessoa, integrando-a na comunhão da Igreja. Interessante essa expressão: Integrar.

Entretanto: Haverá uma prévia para ver se a pessoa tem condições de ser crente (esse é o ponto da loucura da sabedoria humana diante da sabedoria de Deus), se convém que ela seja integrada, se está apta (precisa ser aprovada) para ser alguém chamada de irmão, se pode participar da comunhão da mesa do Senhor. O candidato é submetido a um provão.

Aquele que Deus chamou, o homem transforma, dissimuladamente, em candidato.
Disso nascem os laços que fazem permanecer fora da porta.
É como se houvesse um porteiro na entrada. Porteiro que Deus não colocou. Certamente não é o Espírito Santo da Graça.

Com sutileza e um educado "ainda não decidi", dissimuladamente introduzido no entendimento das pessoas para parecer que elas é que resistem e que não é o impedimento da própria igreja, o mundo e seu príncipe ficam ganhando pontos.

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Destaque 3: Certificado do Batismo nas Águas.
E o Certificado (papel) do Batismo (!), recolhe, rasga, suspende o Certificado...
O Certificado (papel) do Batismo tem uma assinatura da vaidade do homem que nas entrelinhas quer dizer: "eu autorizei o batismo nas águas de fulano de tal..."

Aqui, consideração específica sobre o "Certificado do Batismo nas Águas".

Vou fazer uma pausa e pegar o dicionário:
Certificado é: (particípio de certificar): contido em certidão; tido por certo; documento em que se certifica alguma coisa; documento de garantia, válido por um tempo determinado, contra defeitos de fabricação de alguns produtos mecânicos, elétricos etc; autenticado; diplomado; atestado; afirmado. Certificar é: afirmar a certeza de; atestar; afirmar, asseverar.

· Qual o propósito real de um Certificado de Batismo?
· Qual o valor real de um Certificado de Batismo?
· Se o ato do batismo foi certificado , entende-se que o "documento" tem sua razão de existir. Não se redige documento sem finalidade, principalmente, assinado por um responsável.

· Aquele que assina o Certificado parece que se transforma em uma "poderosa autoridade" sobre o batismo, apesar de ser, simplesmente, um ato livre da graça que nos foi concedida. Ato que pode ser realizado durante uma viagem, a beira de uma estrada, onde tenha água, sem restrição de julgamento humano... No livro de Atos dos Apóstolos, capítulo 8, versículos de 26 até 40, vemos essa situação entre Filipe e o eunuco de Candace.

· Diante de Deus, qual o valor desse Certificado?

· Buscamos somente as coisas que têm valor real diante de Deus ou devemos nos alegrar com o que é de nenhum valor, nos alegrando com mentiras? Porque há pessoas que ficam envaidecidas quando recebem um Certificado de Batismo. Essa reação tem sua essência pelo ensino que recebeu. ..." óhh meu caro, você só terá o Certificado depois de Batizar...".

Percebe? A indução embutida? A pessoa candidata (terrível ter de escrever assim) ao Batismo, além de receber um ensino "desviado", começa considerar o Certificado como documento indisponível e indispensável, o motivo maior de seu batismo. Depois de receber o Certificado faz uma moldura e coloca na parede como prova de que: foi julgada pelos homens e aprovada. Nem a Bíblia consegue ter mais autoridade que o Certificado.

· Com essas coisas, somos edificados na rocha ou na areia? · Nossa fé está ligada aos Certificados ou ao significado espiritual e sério do batismo? · Para o gasto no material para produção de certificados, quantos pratos de comida é possível fazer e dar aos que precisam. Pessoa precisa da comida, não de Certificado de homens. · Ensina-se a alegria do que é aparente, vaidades, ou a que é do Espírito?

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Veio agora ao entendimento para ler Romanos 10:
"8. Mas que diz? A palavra está junto de ti, na tua boca e no teu coração; esta é a palavra da fé, que pregamos,
9. a saber: Se, com a tua boca, confessares ao Senhor Jesus e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dos mortos, serás salvo.
10. Visto que com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação.
11. Porque a Escritura diz: Todo aquele que nele crer não será confundido.
12. Porquanto não há diferença entre judeu e grego, porque um mesmo é o Senhor de todos, rico para com todos os que o invocam.
13. Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo."

SERÁ SALVO. Meu coração estremeceu agora. Todo aquele que crê não será confundido.

Mas sabemos que a forma como as doutrinas tratam este assunto, é para trazer confusão na cabeça daquele que começou a crer e, a porta aberta para ele começa parecer difícil, tendo de ficar do lado de fora sem poder ter o direito de ser chamado de filho de Deus e nem de irmão!!! (Se chamam de irmão então mentem, tratam com falsidade, conforme interpretam e ensinam sobre o Batismo nas Águas)

Mais uma vez, isso é terrível diante da Palavra acima. Que sabedoria é essa? De Deus? ...

· O primeiro procedimento que a pessoa necessita ao entrar pelas portas da igreja é morrer para o mundo e, conforme a palavra de Deus, o batismo nas águas é isso. Não precisa ser aos olhos de uma multidão de pessoas, data especial, dia agendado etc etc, mas conforme a simplicidade, sinceridade, seriedade e responsabilidade. Certamente a festa nos Céus é que precisa existir, mesmo que seja uma pessoa só, num riacho nos confins deste mundo. Deus conhece essa pessoa.

O excessivo ritualismo amarra a liberdade da graça e simplicidade que há em Cristo.

Situação: Uma pessoa que é viciada em drogas, perdida, cheia de problemas e, próximo do último fôlego de vida, sem nenhuma outra pessoa junto à ela, clama o nome de Jesus Cristo, rogando a salvação de sua alma.

Jesus diria isso para a pessoa?
"Veja bem, infelizmente não há tempo. Você não pode pertencer ao meu Reino porque não há tempo para avaliar se você abandonaria os erros de sua vida, se você seria liberta dos vícios, enfim, não sei se você seria um bom crente. Você teria que fazer um curso para receber um Certificado confirmando o seu registro aqui no Céu de que foi aceita pela minha Igreja através do batismo nas águas, o que legitimaria a sua fé. Sem o Certificado você não pode estar inscrito no livro da vida e, nem também participar da minha mesa. Apesar de estar escrito na carta de Paulo aos Romanos no capítulo dez, versículo treze (Rm 10:13) Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo...foi só uma força de expressão, não é bem assim e, o Filipe ter dito ao eunuco de Candace em Atos 8:37 que era lícito ser batizado se cresse de todo o coração, houve precipitação de sua parte."

JESUS JAMAIS DIRIA ISSO! ENTÃO, POR QUE AS OVELHAS ESTÃO ESPERANDO FORA DO APRISCO PARA ENTRAR?

Vou ilustrar um diálogo de Jesus com os líderes da igreja.
· Jesus pergunta:
"Líderes da igreja, comprada pelo meu sangue, que multidão incontável é essa, incluindo também as crianças, que não participam da Santa Ceia, do meu Corpo, esperando para ter acesso à minha mesa? A porta do Reino dos Céus está aberta, EU sou a Porta!!! Mesmo sem forças, conforme a medida de cada coração, que só Eu e meu Pai conhecemos, vieram até a mim, eles crêem em mim. Há algo impedindo? Só o inimigo tenta tomar o que pertence à mim."

· Líderes respondem:
"Senhor, estamos fazendo um pré juízo dos que confessaram e estão confessando o teu nome e a fé que disseram ter em Ti, crendo de todo o coração que Tu és o Salvador e Senhor deles.

Pois bem, assim que os julgarmos, batizaremos nas águas e daremos legitimidade à fé que confessam, dando-lhes Certificado, para assim poderem participar da Santa Ceia , como irmãos, e entrar no Reino dos Céus, poupando dessa forma o Teu trabalho.

Tenha paciência Senhor, não seja tão liberal com essa graça.
Estamos fazendo ajustes necessários da Sua Graça conforme a igreja que entendemos que deve ser.
Mais uma vez...tenha paciência."

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A exclusão das crianças do Batismo nas Águas e da Santa Ceia do Senhor.
Jesus Cristo faria isso na Casa e Mesa Dele?

Do assunto exposto surgirá, mais uma vez, a questão:
"Quem, realmente, participa indignamente da mesa do Senhor?"

Estava aguardando o momento para publicar a segunda parte do assunto Batismo nas Águas que implica o Velho Testamento, mas, fui movido para fazer um acréscimo ao que já foi exposto nas páginas anteriores, enfocando a exclusão das crianças do Batismo nas Águas e da Santa Ceia do Senhor.

Deus sabe das prioridades e por isso farei conforme a Sua vontade.

Vamos lá:

· Uns ensinam que o Batismo nas Águas não salva, não liberta, não purifica e que é apenas um ritual que deve ser observado pelo crente verdadeiro, por tratar-se de ordem divina, meio pelo qual cada novo convertido é recebido na igreja.

Nesse entendimento já há confusão porque, primeiro Jesus disse que os da Nova Aliança não ficariam presos a rituais meramente formais. Se é só ritual é perda de tempo e dispensável. Mas esse mesmo ensino diz que é somente para o crente verdadeiro. Isso é conflitante, é confusão.

Prosseguindo no entendimento do que ensinam, alegam que, além disso, é o meio pelo qual o novo convertido é recebido na Igreja. Isso já foi conversado nas páginas anteriores, mas, ao mesmo tempo, diz que é só um ritual (nada sério) – mais uma vez, aqui há divergência. Fica subentendido que a sua recepção na igreja depende do Batismo. Então, não é só ritual formal, tem de haver um motivo espiritual, além da entrada física na igreja! São figuras de coisas espirituais. Mais confusão!

É assim que a simplicidade de Cristo vai sendo perdida de vista, a sabedoria humana querendo administrar coisas espirituais e dizer o que Deus não disse.

· Outro item constante em ensinos é que o Batismo é ministrado à pessoas convertidas, maiores de 12 anos, que prometam congregar regularmente, viver com toda obediência à Palavra de Deus, contribuir espontaneamente com seus dízimos e ofertas.

Destaque 4: " Bar Mitzvah e Bat Mitzvah "
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre. http://pt.wikipedia.org/wiki/B%27nai_Mitzv%C3%A1

B'nai Mitzvá.
B'nai Mitzvá (Filhos do Mandamento) é o nome dado à cerimônia que insere o jovem judeu como um membro maduro na comunidade judaica. Quando uma criança judia atinge a sua maturidade (aos 12 anos de idade, mais um dia para as raparigas, e aos 13 anos e um dia para os rapazes), passa a tornar-se responsável pelos seus actos, de acordo com a lei judaica.

Nessa altura, diz-se que o menino passa a ser Bar Mitzvah (filho do mandamento); e a menina passa a ser Bat Mitzvah (filha do mandamento).

Ao completar 13 anos, o jovem judeu é chamado pela primeira vez para a leitura da Torah (conhecido como Pentateuco pelos cristãos. Ao ser chamado pela primeira vez, o jovem pode, a partir daí, integrar o miniam (quórum mínimo de 10 homens adultos para realização de certas cerimônias judaicas).

Antes desta idade, são os pais os responsáveis pelos atos dos filhos.

Depois desta idade, os rapazes e moças podem finalmente participar em todas as áreas da vida da comunidade e assumir a sua responsabilidade na lei ritual judaica, tradição e ética.

Considerando: Essa aplicação da Lei judaica não serve como entendimento para orientar o Batismo nas Águas, nem pela interpretação das Sombras das Coisas Futuras.

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Se a idade é o fator que firma a capacitação da criança para entender as coisas da fé, tornando-a apta para ser batizada, então, Jesus Cristo demorou muito para compreender e, somente em idade adulta apresentou-se para seu batismo. Tem sido comum isso: usar um referencial natural para determinar o espiritual.

Se o ideal referencial é a idade, então, ninguém melhor do que Cristo para tal.

Mas, estendendo um pouco este parágrafo, é importante esclarecer que a consagração e separação de Cristo conforme a Lei do Velho Testamento, foi realizado no oitavo dia de vida, na sua circuncisão.

A circuncisão que entrega e separa (consagra) o que pertence a Deus, ao povo de Deus, figura do Batismo nas Águas na Nova Aliança.

Ainda, quando Jesus foi ter com João Batista junto ao Jordão para ser batizado por ele, João dizia: "eu careço ser batizado por Ti, e vens Tu a mim?" E Jesus respondeu-lhe: "Deixa por agora, porque assim nos convém cumprir toda a justiça." (parágrafo acrescentado em 20.11.04)

Confirmando as Sombras das Coisas Futuras, lemos no livro de Gênesis, capítulo 17, do versículo 9 ao 14, quando Deus fala a Abraão sobre o concerto, enfatizando aqui, a circuncisão no oitavo dia (separação e consagração para Deus), os que nascem na casa (hoje, filhos de pais crentes, pais santos e santificados), e o comprado por dinheiro a qualquer estrangeiro (no Novo Testamento os estrangeiros são os gentios, todos os que não pertencem à comunidade de Israel - Israel, hoje, é a Igreja de Jesus Cristo e gentios são os que não receberam o Evangelho da Graça, comprados pelo preço, hoje, o amor de Deus, Jesus Cristo).

Agora, considerarei a expressão prometer – conforme acima em destaque. É importante, para você que está lendo, e tomei para mim há tempos, interpretar as entrelinhas dos textos para sabermos o que nos é dado para comer.

Uma criança de 12 anos de idade fazer uma promessa?!
Preciso ir além? É o que se lê e se ouve em ensinos e Estatutos das Igrejas.
Ainda, pasmem, observe a montagem do entendimento: "...prometer ... contribuir espontaneamente com seus dízimos e ofertas." Uma criança de 12 anos assume um compromisso diante de Deus e ninguém está autorizado a falar em nome dela, ela assume. Saberia uma criança a diferença entre promessa, juramento e voto?

A Palavra ensina a não fazer juramento. Seja o seu falar sim sim, não não, e o que passar disso...sabe o texto? (Mateus 5: 34 Eu, porém, vos digo que, de maneira nenhuma, jureis nem pelo céu, porque é o trono de Deus, 35 nem pela terra, porque é o escabelo de seus pés, nem por Jerusalém, porque é a cidade do grande Rei, 36 nem jurarás pela tua cabeça, porque não podes tornar um cabelo branco ou preto. 37 Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; não, não, porque o que passa disso é de procedência maligna).

Diz também que é celebrado o Batismo para pessoas convertidas...ou seja, não resolve declarar que crê e Jesus é tudo, mas que ficará do lado de fora do Corpo (Igreja) até provar que converteu.

· Ensina-se que a Ceia é ministrada à todos os crentes que são batizados nas águas. Diante da discriminação subliminar não é possível dizer que haja crente não batizado nas águas. Acrescentando que essas pessoas, as batizadas, estariam aptas para discernirem o Corpo do Senhor.

Então, acompanhando esse entendimento, as crianças não são salvas e nem pertencem ao Corpo de Cristo, por isso não podem participar da Santa Ceia do Senhor?

A confusão de palavras mais enredam do que libertam.
O próprio Jesus disse para deixar ir à Ele os pequeninos pois dos tais " é " o Reino dos Céus e se não recebermos o Reino como crianças não entraremos nele. Por que, então, tanta sabedoria confusa e cerceadora?

Evangelho de Mateus 18:10, diz:
"Vede, não desprezeis algum destes pequeninos, porque eu vos digo que os seus anjos nos céus sempre vêem a face de meu Pai que está nos céus."

Conforme a doutrina dos homens, a afirmação de Jesus e os anjos estão sem qualquer valor, porque os homens já possuem uma regra que está acima de qualquer palavra, inclusive a do próprio Deus.
Evangelho de Mateus 18:14, diz:
"Assim também não é vontade de vosso Pai, que está nos céus, que um destes pequeninos se perca."
Evangelho de Mateus 19:14, diz:
"Jesus, porém, disse: Deixai os pequeninos e não os estorveis de vir a mim, porque dos tais " é " o Reino dos céus."

As crianças e nós, sem exceção ou acepção de idade e entendimento de capacidade intelectiva, somos os pequeninos do Senhor. Tente ver os olhos do Senhor atentando para uma criança dentro de uma Igreja no momento da Ceia e o pão passando por ela e sendo admoestada a não pegar porque ela não é digna... meu coração doeu agora.

A criança é admoestada ou já previamente impedida de participar da mesa do Senhor conforme a doutrina do ministério da Igreja porque ela não é considerada um filho de Deus, não é considerada pertencente a Deus.

Desculpem-me. Passei o dia em agonia no coração e agora, 20:27h de 24 de setembro, entendo o que estava para vir à luz e escrever. É difícil escrever essas coisas. Chega dar vontade de levantar e sair andando pelas ruas com desgosto e dor, olhando para os templários da vaidade e soberba, que manifestam um império de idolatria disfarçada de "O MELHOR PARA O SENHOR".
Qual melhor? Para quem? Para Ele?

Diante da Palavra que o Mestre disse, se dos tais pequeninos já é o Reino dos Céus, quem é o sábio e autoridade para afirmar que uma criança precisa ter 12 (doze) anos com discernimento (e com promessa!), para sentar-se à mesa na Santa Ceia do e com o Senhor, contrariando a verdade real por Ele revelada?

A mesa do Senhor, aqui, representa a Mesa nos Céus.

A Igreja do Senhor, aqui, representa a Igreja nos Céus.

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Destaque 5: Os excepcionais.

Diante desse quadro que apresentam as doutrinas evangélicas, cerceando o acesso à graça, conclui-se:
NENHUMA PESSOA EXCEPCIONAL, CRIANÇA OU ADULTO, TERÁ ACESSO AO REINO DOS CÉUS, POIS FALTA ENTENDIMENTO PARA DECIDIR.

Uma criança excepcional já está, antecipadamente, condenada sem salvação porque não pode ter entendimento para dizer se Jesus é o seu Senhor e Salvador;

Uma criança excepcional jamais poderá entrar numa Igreja Evangélica para estar participando do Corpo de Cristo, mesmo se for filha de pais crentes, pois, diante da doutrina ela já está condenada, até que ocorra um milagre e ela possa entender quem é Jesus;

Uma criança excepcional será tolerada dentro de uma Igreja Evangélica, em toda circunstância, diante da doutrina, porque, se não for curada e adquirir entendimento para aceitar Jesus será sempre filha da perdição;

Uma criança excepcional dispensa os cuidados dos crentes ... perda de tempo ficar visitando as organizações assistenciais e, quem ainda faz, se acredita na doutrina que estamos considerando até agora, faz com hipocrisia e sem propósito.

· NESTE MOMENTO recordo uma experiência que acrescentou uma amplitude na compreensão das coisas de Deus e Seus caminhos.

Determinada ocasião estava visitando enfermos em um Hospital no Bairro do Paraíso aqui em São Paulo.
Era um Hospital de pacientes terminais, pessoas abandonadas pelas famílias, aleijados, excepcionais, sem membros do corpo ... só tristeza e abandono.
Tenho até uns versos que fluíram por causa daquele lugar, mas depois eu escrevo.

Então, logo no início dessa obra ali, numa tarde, cheguei na extremidade do corredor que dá acesso aos quartos, parei e perguntei ao Senhor: "Senhor, onde o Senhor quer que eu entre a faça alguma coisa?"

Parece sem sentido a pergunta. Pela circunstância deveria entrar em todos os quartos.
Mas não foi por acaso. Com Deus nada se fala ou se faz ao acaso.

Fui caminhando vagarosamente e sentia o impulso para entrar em quartos específicos.
Nesses quartos havia mais de um paciente. Mas era dirigido para algum em específico.

Esses eram os que não conseguiam falar ou ouvir. Pacientes que estavam anos sem sair da cama por não poderem andar.

Quando me aproximava desses em seus leitos alguns se mexiam com manifestações de possessão demoníaca.
Quando necessário, em voz baixa expulsava os demônios.

Alguns nem reagiam quando eu falava com eles, apenas ficavam olhando. Outro nem abria os olhos, num aparente sono sem fim.

Nesses que citei, o Espírito de Deus dizia: " Tira das mãos do inimigo e apresenta para mim, você foi constituído sacerdote para isso."

Assim fiz, dizendo: " Pai, tiro toda a autoridade e poder de satanás dessa alma. Entrego essa alma para Ti, em nome de Jesus Cristo, amém. "

Onde fui orientado fazer isso, fiz.

Dia seguinte, voltando naquele Hospital, a notícia: " Algo anormal havia acontecido na madrugada (após a tarde do dia anterior que narrei), 8 (oito) pacientes haviam morrido. Jamais havia acontecido tal fato naquele lugar.

Eram aqueles que Deus havia falado para apresentar-LHE.

Fiquei feliz e dei glórias ao Deus de toda a terra e Céus. Ele recolheu as almas que estavam ali, esperando muitos anos ...

Quem pode conceber essas coisas?

Por isso, precisamos estar sensíveis às coisas do nosso Deus.

Jamais julgar as pessoas pela aparência ou estado de saúde física ou mental. JESUS CRISTO É O SENHOR!

Que diremos então daquelas que estão normais e, a Bíblia, já diz que pertencem à Deus?

Abaixo, os versos que fluíram por aquela obra no Hospital:

Título: Abandono (slb)

Vê ali Senhor, o abandono da vida
Vê ali Senhor, onde dizem não ter mais saída
Vê ali Senhor, corpos cansados, amassados, pisados...
Nesse fim da procura
Só sombras, terrores do passado

Vê ali Senhor, o desprezo
O falso consolo que não traz sossego
Só Tu Senhor, tens poder
Glorioso sim, para fazer

Renascer, resplandecer
Nos corações
A Luz que dissipa as trevas
Verdadeira fonte de todo o amor

Derramando a paz
Ensinando viver
Teu amor, teu favor
Vida verdadeira
És Tu, Senhor.

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Dias atrás conversando com uma irmã, falando do assunto das crianças na Santa Ceia do Senhor ela disse conforme é o entendimento da doutrina que ela acredita: "Na Santa Ceia só participa quem é membro."

Quem ensina precisa entender o que transmite e, quem aprende, entender o que recebe.

Que simplicidade...ela aprendeu assim...parece tão simples falar isso... sempre foi assim... mas, diante da Bíblia é cerceamento do que pertence às crianças no Corpo de Cristo! Isso não incomoda?

Saber agora que, aprendeu, ensina e pratica contra a Bíblia!
Saber que é um cerceador dos direitos das crianças do Senhor, violentando a graça e corrompendo a verdade do Evangelho de Jesus Cristo?

Evangelho de João, capítulo 6, versículo 54 diz:
"Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia."

Quem exclui as crianças do direito de comer do pão e beber do cálice está dizendo que não pode participar dessa graça.

Uma das evasivas é dizerem: "mas a criança não tem pecado, ela não tem entendimento, razão etc etc etc!"

Oras, se ela não tem pecado, entendimento, razão etc, ela é mais digna do que aqueles que possuem tudo isso e no próprio ato da Ceia, negando a Palavra, se opõem à participação dela como Corpo de Cristo.

Nem foi por causa do entendimento ou razão pessoais que “os entendidos” foram alcançados, mas por causa da graça.
Que nenhuma carne se glorie, diz a Palavra de Deus.

Então, conforme a Palavra, da graça, por isso mesmo e por outras verdades, ela deve participar da mesa com o Senhor.
Se as crianças não possuem pecado e nem entendimento, QUEM ÀS ACUSA? A PALAVRA DE DEUS? A DOUTRINA? DE QUEM É ESSA DOUTRINA?

Agora, vamos considerar a Palavra em 1 Coríntios 7:14 que diz:
"Porque o marido descrente é santificado pela mulher; e a mulher descrente é santificada pelo marido; doutra sorte os vossos filhos seriam imundos; mas agora são santos."

Se são santos, por que não participam da mesa do Senhor?
Por favor, leia abaixo a sutileza de um ensino que, conforme o Apóstolo Paulo diz, seja anátema, diante da Palavra da verdade.

Ontem, 18.11.2004, peguei uma revista de Escola Dominical da Igreja Presbiteriana e, não foi por acaso, utilizada para ensino de crianças, de aceitação no meio evangélico. Já no início, na primeira página, orientando os professores da Escola Dominical, o autor escreve:

"...II. Exemplos de Objetivos:
A. Levar as crianças ao conhecimento de Jesus – da Salvação. É claro que desejamos que as crianças sejam salvas por Jesus o mais breve possível, e lutaremos para que isso aconteça, mas algumas se converterão hoje e outras amanhã. (grifo meu)
Portanto, este objetivo pode ser de longo alcance, porque a cada dia encontramos crianças que ainda não foram alcançadas pela graça de Jesus. (!!!)

B. Levar as crianças ao crescimento no conhecimento da Palavra de Deus.

C. Levar as crianças a trabalharem na obra do Senhor. A criança não precisa esperar a fase adulta para servir ao Senhor, ao contrário, deve começar desde já, e não como diz o corinho: " Eu vou crescer, eu vou crescer, e quando eu estiver deste tamanho assim (erguem-se os braços para cima), eu quero trabalhar para meu Jesus, enfim". (...)"

Agora, mais uma vez:
Carta 1 Coríntios 7:14, diz:
"Porque o marido descrente é santificado pela mulher; e a mulher descrente é santificada pelo marido; doutra sorte os vossos filhos seriam imundos; mas agora são santos."

Quer dizer: A criança pode trabalhar mas não pode pertencer a Deus. (?!?)

Se você que está lendo, ama e teme ao Senhor, consegue entender a dimensão das consequências do problema que é vivido atualmente. Isso é muito sério!

Ou Deus agora é um ignorante que não sabia o que estava falando através de seus filhos na terra?

Por isso, emergente a necessidade de pedir "discernimento" daquilo que está sendo ensinado para saber que espírito é esse!!! Quem interpretou a Bíblia para entender e ensinar conforme está expresso acima?

Grande é a confusão de ensinos que se dizem ser "segundo o evangelho de Jesus Cristo", mas negam, dissimuladamente, a graça e a verdade.

Há um esforço inútil sendo aplicado porque, "O Básico", a essência, está errada conforme está escrito na Palavra.

A pessoa que escreveu o texto acima, conforme a doutrina que recebeu, e ensina assim sobre as crianças, não precisa ficar preocupada em desejar que as crianças sejam salvas por Jesus o mais breve possível, deve sim, ficar preocupada com a sua própria salvação diante dos tropeços colocados contra os pequeninos do Senhor.

E, depois, diz que a criança não precisa esperar a fase adulta para servir ao Senhor e que deve começar desde já, ou seja, você não é Dele mas serve, você não é salvo mas trabalha para Ele ... quanta incoerência.

Repetindo:
Evangelho de Mateus 19:14, diz:
" Jesus, porém, disse: Deixai os pequeninos e não os estorveis de vir a mim, porque dos tais é o Reino dos céus."

Há um outro ensino que aborda a preparação para o Batismo nas Águas, doutrinando conforme segue abaixo:
Diz que, uma pessoa só estará preparada para ser batizada nas águas depois de estar certa do arrependimento dos seus pecados e da sua fé no Senhor Jesus. Desse entendimento, considera a razão de não poder batizar crianças. Afirma, também, que o batismo é uma cerimônia que requer do candidato arrependimento dos seus pecados e, uma criança não pode se arrepender dos seus pecados porque ela não os tem. Que as crianças devem ser apresentadas a Deus, conforme está escrito no Evangelho de Marcos 10:16 " Então, tomando-as nos braços e impondo-lhes as mãos, as abençoava."

Considerações:
· Jesus impunha as mãos sobre as crianças para abençoá-las, mas sabemos segundo a Palavra, que essas crianças já pertencem a Deus;

· Lembrando que os filhos nascidos na Casa de Israel eram entregues/separados/consagrados para Deus através do ato da circuncisão ao oitavo dia, figura do batismo nas águas para o Novo Testamento; A criança "decidia" se queria pertencer à Deus? Claramente não, pois já nascia "dentro" da nação Israel ... povo de Deus ... Igreja de Jesus Cristo.

· Se as crianças não têm pecado para arrependimento, por qual argumento bíblico elas são proibidas de participarem da mesa na Santa Ceia do Senhor? Ou seja, não participam e nem pertencem ao Corpo de Cristo conforme esse entendimento.

· Fica compreendido no próprio contexto do ensino acima mencionado que o ato de apresentar a criança não tem nenhum valor porque, somente depois que crescer, pecar, o inimigo corromper como puder, e arrependendo-se, só então poderá ser batizada e entregue/separada/consagrada, e chamada filho de Deus!!! Veja bem, nesse entendimento, estou negando à Deus o que lhe pertence e entregando ao mundo.

· Ou então, somente quando atingir uma idade com consciência de fé em Jesus Cristo.(bonita frase - consciência de fé - alguém explica isso? Se eu disser que a fé é um dom de Deus, atrapalha a consciência?)

Então, apresentar a criança para quê? Perda de tempo!
Qualquer coisa pode ser apresentada.
Apresentam instrumentos musicais. Vou comparar instrumento musical com uma pessoa, por quem Cristo morreu e gloriosamente ressuscitou?

Entregar, separar e consagrar porque pertence a Deus e tem herança nos Céus é incomparavelmente diferente.

· Eu apresento a criança numa cerimônia sem valor e depois entrego esse pequenino para as "mãos" do mundo.

· Só depois de pecar poderá arrepender-se para, então, ser batizada e, também ser chamada de filho de Deus. Perdeu tempo apresentando, tirando fotos, filmes, certificados ...

· Você já notou que o assunto dízimos e ofertas é mais insistente e colocado em grau de importância maior que o batismo nas águas? Observe as pregações, ensinos e os assuntos mais fortes. O batismo nas águas pode esperar o tempo que quiser, agora, dízimos e ofertas, não. Batismo nas Águas não têm importância para o Reino dos Céus mas, o deus dízimo, nem pensar!!! Crianças e Batismo nas Águas ... meras formalidades cristãs...

· Quando um recém-nascido é trazido para ser apresentado diante da Igreja e à Deus, há um procedimento simples e frio sem qualquer manifestação de glória, mas, quando o assunto é o dízimo e ofertas, metade do culto é só para exaltar a excelência do deus dízimo, conclamando aos ouvintes para consagrar o que é santo ao Senhor. É só ficar atento e vigiando que você vai, também, começar a entender isso. A apresentação da criança reveste-se mais de um ritual formal, mas os dízimos e ofertas já “muda o realce, a valoração, a empolgação, a ênfase”.

Atente para essa torpe comparação:
Um recém-nascido é apenas apresentado e, da mesma forma que no Batismo nas Águas, nada extraordinário é aclamado, mas, os dízimos e ofertas são santos e consagrados ao Senhor! Que doutrina e espírito são esses!?

Se Jesus diz em Mateus 19:14, deixai os pequeninos e não os estorveis de vir a mim, porque dos tais " é " o Reino dos Céus, por que devo esperar ela crescer para pecar, arrepender-se e, só depois poder batizá-la?

Se delas " é " o Reino dos Céus significa que já devem ser separadas/consagradas porque pertencem a Deus e, o ato de separação deste mundo é o Batismo nas Águas.

Quem realmente está roubando de Deus e, o quê, verdadeiramente? Se não batizo nas águas um pequenino, significa que estou entregando ao mundo (ao príncipe deste mundo) aquele que pertence a Deus, negando a Palavra, desobedecendo a Palavra, permitindo que o espírito deste mundo faça um estrago, corrompa, arraste para o pecado. A porta para o mundo aberta e a do Céu fechada.

Então, não batizando uma criança, estou entregando para o mundo alguém que pertence à Casa de Israel, estou mantendo alguém além dos muros enquanto deveria estar aquém.

Há aqueles que batizam os recém-nascidos, promovendo um ritual, separando/consagrando/entregando para outros deuses.
(O falso evangelho de Jesus Cristo, precavido, consagra urgentemente a criança para ele usando a expressão "batismo")
O inimigo conhece a Palavra, fazendo por antecipação o que os crentes não fazem ao verdadeiro Deus.

O livro do Êxodo, capítulo 4, versículos 24, 25 e 26 diz: "E aconteceu no caminho, numa estalagem, que o Senhor o encontrou, e o quis matar. Então Zípora tomou uma pedra aguda e circuncidou o prepúcio de seu filho, e o lançou a seus pés, e disse (para Moisés): Certamente me és um esposo sanguinário. E desviou-se dele. Então ela disse: Esposo sanguinário, por causa da circuncisão." Esse fato aponta para a omissão em não entregar/separar/consagrar os filhos nascidos da Casa de Israel que pertencem a Deus.

· Outro item para ser considerado é o "estar debaixo da cobertura da Igreja", ou seja, estar congregando e sob o domínio e proteção da Igreja, unido, ligado ao Corpo de Cristo.

Agora, considere comigo: diante do pouco que foi entendido até aqui, as crianças vão à Igreja, entretanto são colocadas à margem, estão dentro da igreja fisicamente mas não pertencentes ao Corpo de Cristo, até que cresçam, tomem consciência de fé ou se arrependam de pecados e se convertam e sejam batizadas e, só então, participarão da mesa do Senhor, na Santa Ceia e serão chamadas filhos de Deus. Diante desse quadro conclui-se que a criança não está debaixo da cobertura da Igreja.

A própria Igreja, pela doutrina, dissimuladamente, coloca a criança fora da comunhão do Corpo de Cristo.
Se não foi batizada nas águas, não foi recebida no Corpo de Cristo.
Se não participa da Santa Ceia está excluída da mesa do Senhor, não está debaixo da cobertura da Igreja, não pode ser chamada de filho de Deus – não está debaixo da cobertura de Cristo! Horrível chegar neste ponto do entendimento.

Estou entendendo que as crianças precisam de um estudo específico diante do pouco conversado até agora.

Um título que vem ao meu pensamento: As crianças sem o Jesus dos homens.

Importante meditar nessas coisas: Quem realmente não está discernindo o Corpo de Cristo e, participando indignamente da Ceia do Senhor?

Naquele Dia, as crianças subirão, mas, os cientistas da Palavra ... Não sou eu dizendo, a Palavra diz. Amém!

Louvado seja o Deus perfeito e Senhor de toda sabedoria!

Aguardando uma Palavra para saber como expor essa parte do estudo, veio à lembrança um fato que foi a primeira experiência e início do zelo sobre o Batismo nas Águas.

O fato que ocorreu e narrarei foi a chave que o Senhor deu para que a compreensão e revelação sobre o assunto abrisse cada vez mais as portas para o Céu.

Na ocasião estava compondo o ministério de uma determinada denominação. Era dia antecedente ao do Batismo nas Águas para os novos convertidos. Lá também havia "candidatos ao batismo com curso e Certificado." As preparações e orientações normais estavam em dia.

Em casa, quando meditava a respeito do Batismo, de súbito, veio a visão da passagem do povo de Israel pelo Mar Vermelho e, após a passagem do povo do Senhor, aquelas águas destruíram os inimigos da nação, perecendo nas águas, não restando nenhum.

Daí, peguei a Bíblia e fui ler a passagem: Êxodo 14:22–31; 15:1-5.
As maravilhas das coisas espirituais. O Espírito Santo naquele momento acrescentou que, no Batismo quando entramos nas águas, o Egito e os egípcios, o passado, os espíritos e toda a obra má e domínios, ali são enterrados como o exército de Faraó foi na ocasião.

O domínio do Egito, Faraó e seu exército não podem mais passar para o lado onde estão os filhos de Israel. O exército do dominador do velho homem, da velha natureza, foram destruídos e o povo de Deus ficou, para sempre, livre do jugo dessa nação (o mundo e seu espírito), para uma caminhada com o seu único Deus e Senhor.

A porta fechou atrás dos que foram separados para Deus.
Separação. Batismo implica separação. Ato de separar, consagrando. O significado é real.
No ato do Batismo nas Águas há sérias consequências no mundo espiritual.

Na primeira carta do Apóstolo Paulo aos Coríntios, capítulo 10, versículos 1 a 13, diz que apesar de Deus separar o seu povo, não se agradou da maior parte deles. E, que estas coisas foram feitas em figura (vs. 6 e11), para aviso, narrando que, em cada situação específica, ocorreu destruição do seu povo. Pessoas que estavam separadas como povo de Deus mas, suas condutas geraram juízo do próprio Deus e, estas figuras devem ser interpretadas para os dias de hoje. Para confirmar o assunto com fundamento na passagem do povo de Deus pelo mar, o versículo 2, do mesmo capítulo 10 diz: "e todos foram batizados em Moisés, na nuvem e no mar."

· Apesar da separação, o povo de Israel, dali para adiante – após a passagem pelo mar - desagradou a Deus pela desobediência e mundanismo. Eram separados, o Egito não estava mais junto deles, ouviam a vontade de Deus, viam maravilhas de Deus, mas no coração algo falava mais alto. Hoje, não é diferente, sabemos disso.

Convém considerar isso:
No Egito, o povo de Deus sofria a opressão do inimigo. Fora do Egito, pensava em voltar por causa das circunstâncias. Agora, vem o pior, mais além e para os dias de hoje, fazem como os moradores da terra, agem e são como os do Egito.

É assim que as confirmações de Deus vão acontecendo. Por isso, quando o Senhor leva você para dentro de uma Igreja e diz que ali estão mortos espirituais, faz você lembrar dessas passagens. Aparentemente tudo anda bem.

Mas o Egito está ali, no coração dos ingratos, desobedientes e profanos, fraudadores, corrompidos, cheios de todo tipo de misturas com os costumes das nações, copiando os negócios, estratégias, comportamentos, etc etc etc.

Nos bastidores, só Deus sabe. Dos corações, a verdade real de ministérios, só Deus sabe. Quem comete o erro, sendo crente, sabe o que faz. Se insiste no erro e as coisas continuam aparentemente bem, é necessário discernimento do que é aparente. Podem estar espiritualmente mortos, caíram da graça, mesmo com os sinais e as sensações que ali manifestam com as megas supergospels.

Outra figura:
Carta 1 Pedro 3:
" 18. Porque também Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus; mortificado, na verdade, na carne, mas vivificado pelo Espírito,
19. no qual também foi e pregou aos espíritos em prisão,
20. os quais em outro tempo foram rebeldes, quando a longanimidade de Deus esperava nos dias de Noé, enquanto se preparava a arca; na qual poucas (isto é, oito) almas se salvaram pela água,
21. que também, como uma verdadeira figura, agora vos salva, batismo, não do despojamento da imundícia da carne, mas da indagação de uma boa consciência para com Deus, pela ressurreição de Jesus Cristo;
22. o qual está à destra de Deus, tendo subido ao céu, havendo-se-lhe sujeitado os anjos, e as autoridades, e as potências."

Aqui, Noé e a família foram salvos e toda a humanidade que estava fora da arca, foi afogada pelas águas. O mal sucumbiu nas águas.
Pense bem, toda uma humanidade pereceu.

Aquela multidão era indigna. Alguns foram separados.

O Apóstolo Pedro expressa ...como uma verdadeira figura, agora vos salva, batismo,...
E, ... da indagação de uma boa consciência para com Deus, pela ressurreição de Jesus Cristo;

Noé construiu a arca por causa da fé. Você vai ao batismo pela fé. Uma humanidade inteira sucumbiu nas águas enquanto alguns foram separados. O Egito espiritual também pereceu no mar e Israel se viu livre do seu opressor.

Carta aos Colossenses 2:
" 10 E estais perfeitos nele, que é a cabeça de todo principado e potestade;
11 no qual também estais circuncidados com a circuncisão não feita por mão no despojo do corpo da carne: a circuncisão de Cristo.
12 Sepultados com ele no batismo, nele também ressuscitastes pela fé no poder de Deus, que o ressuscitou dos mortos.
13 E, quando vós estáveis mortos nos pecados e na incircuncisão da vossa carne, vos vivificou juntamente com ele, perdoando-vos todas as ofensas,
14 havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz.
15 E, despojando os principados e potestades, os expôs publicamente e deles triunfou em si mesmo."

Convém ler também:
Gênesis 17:10, diz:
" Este é o meu concerto, que guardareis entre mim e vós e a tua semente depois de ti: Que todo macho será circuncidado." Gênesis 17:12, diz:
" O filho de oito dias, pois, será circuncidado; todo macho nas vossas gerações, o nascido na casa e o comprado por dinheiro a qualquer estrangeiro, que não for da tua semente." Gênesis 17:13, diz:
" Com efeito, será circuncidado o nascido em tua casa e o comprado por teu dinheiro; e estará o meu concerto na vossa carne por concerto perpétuo." Gênesis 17:26, diz:
" Neste mesmo dia, foi circuncidado Abraão e Ismael, seu filho."

· Êxodo 12:44, diz:
" Porém todo servo de qualquer, comprado por dinheiro, depois que o houveres circuncidado, então, comerá dela."

Importa, agora, uma consideração deste versículo. A Páscoa simbolizava o que é a Santa Ceia hoje e, o Senhor ordenara que somente os circuncidados, estrangeiros ou servos, poderiam participar da Páscoa. Para os dias de hoje, só participa da Santa Ceia os batizados (figura dos que foram circuncidados). Então, considerando o que já foi conversado na parte inicial, nas quatro páginas, isso vem confirmar e pacificar o entendimento de modo abrangente, sem divagações pessoais, fora do que a Palavra fala. A circuncisão era a separação-consagração – o batismo nas águas é a separação-consagração.

Só pode ser separado se ocorrer o novo nascimento, e o batismo é isso.
Somente pela fé alguém se submete ao batismo nas águas e participa da mesa do Senhor, a Santa Ceia, com considerações específicas no tocante às crianças, conforme já conversado.

As famílias do povo de Israel tinham crianças e essas já eram consagradas e separadas no oitavo dia e, consequentemente participavam da Páscoa. As crianças da nação eleita não estavam à margem do povo de Deus, pelo contrário, grande zelo havia.

· Êxodo 12:48, diz:
" Porém, se algum estrangeiro se hospedar contigo e quiser celebrar a Páscoa ao SENHOR, seja-lhe circuncidado (ou seja, batizado) todo macho, e, então, chegará a celebrá-la, e será como o natural da terra; mas nenhum incircunciso comerá dela." (acréscimo e grifo meu)

Outra confirmação: o incircunciso, ou seja, o não batizado, não deve participar da mesa do Senhor, sendo um estrangeiro, devendo circuncidar antes.

Do que foi conversado até aqui:
Por um lado, há o cerceamento às crianças nascidas dentro da Casa de Israel, que hoje é a Igreja de Jesus Cristo. É ato condenado pela Palavra.
Por outro, a abertura indevida que a Palavra não aprova, quando.
Com relação às crianças não devem ser impedidas de ir à Ele, disse Jesus, e elas têm liberdade junto à Sua mesa.

· Um varão que nascesse dentro da Casa de Israel deveria ser circuncidado com 8 (oito) dias (de modo natural, um ato violento e de muita dor física, principalmente sendo um recém-nascido) e, neste ato, recebia o nome, significando que era separado, consagrado ao Senhor, pertencente à nação de Israel, o Israel de Deus.

Revisando:
Qual então, a interpretação para os nossos dias, quando nasce um filho dentro da Igreja de Jesus Cristo?
As Sombras das Coisas Futuras, as figuras continuam acompanhando a história.
Conforme o Apóstolo Paulo disse, que todas as coisas são como figuras. Devemos atentar para essas coisas e meditar.

Um filho natural, de pais crentes, santos – conforme o Velho Testamento é filho dos filhos de Israel.
Um filho dos de dentro da nação, um filho nascido dentro da Casa de Israel, da Casa de Deus, do povo de Deus.

Conforme as Escrituras, deve ser separado, consagrado, (o que é totalmente diferente de ser apresentado), ou seja, deve ser batizado nas águas, porque a natureza é santa, já pertence a Deus.

Não, não estou delirando ou torcendo a Palavra de Deus para inventar doutrina nova dos meus próprios pensamentos e entendimento. Estou falando da interpretação da Bíblia.

Paguei um preço para chegar até aqui e escrever o que escrevo, e sei que do Senhor recebi esta Palavra que, no começo, eu mesmo relutava, mas o Senhor foi progressivamente acrescentando e fortalecendo, através e exclusivamente pela sua própria fonte, a Palavra.

HOJE, Israel é a nação de Deus gerada pelo poder do Espírito Santo, alcançada exclusivamente pela graça em Jesus Cristo, o Amado.
Nasce uma criança de pais circuncidados no coração, segundo a Bíblia, esses são hoje judeus no coração.
O filho recém-nascido deve ser consagrado e, a consagração, segundo a Palavra, é executada no oitavo dia, quando recebe seu nome. (O oitavo dia é um assunto específico, que terá o seu momento.)

Carta aos Romanos, capítulo 2, diz:
" 28. Porque não é judeu o que o é exteriormente, nem é circuncisão a que o é exteriormente na carne.
29. Mas é judeu o que o é no interior, e circuncisão, a que é do coração, no espírito, não na letra, cujo louvor não provém dos homens, mas de Deus."

A Palavra diz, ainda, que marido e mulher são uma só carne, um só corpo, como Cristo e a Igreja.
Nasce um filho desse casal. Nasce um filho na Igreja do Senhor. Deve ser consagrado, separado do mundo
(repito: diferente de ser apresentado), nasceu santo porque a semente é santa, e pertence a Deus.
Se não consagrar está dizendo que o filho não é santo e muito menos a sua origem, que seus pais são impuros.
1 Coríntios 6: 17, diz:
" Mas o que se ajunta com o Senhor é um mesmo espírito."

Se da apresentação da criança, resultasse a separação e consagração a Deus, não haveria a necessidade do Batismo nas Águas. Se precisa esperar crescer para deixar a criança decidir quando tiver um pouco de entendimento, está dizendo que a criança não é santa e nem a sua origem. Ela não é reconhecida como filho de Deus e, ser apresentada, não altera o seu estado de “excluída” até que seja batizada nas águas.

Por isso, também, fortalecendo o erro, as crianças são excluídas da comunhão da mesa do Senhor na Santa Ceia, dando entendimento implícito de que elas não pertencem ao Corpo de Cristo, ou seja, não pertencem à Igreja do Senhor.

Isso é muito sério.
GRAVES PROBLEMAS PASSAM AS FAMÍLIA CRISTÃS, DENTRO DE SEUS LARES E NA IGREJA, POR CAUSA DESSA DESOBEDIÊNCIA.

Carta 1 Coríntios, capítulo 6, diz:
" 14. Ora, Deus, que também ressuscitou o Senhor, nos ressuscitará a nós pelo seu poder.
15. Não sabeis vós que os vossos corpos são membros de Cristo? Tomarei, pois, os membros de Cristo e fá-los-ei membros de uma meretriz? Não, por certo.
16. Ou não sabeis que o que se ajunta com a meretriz faz-se um corpo com ela? Porque serão, disse, dois numa só carne.
17. Mas o que se ajunta com o Senhor é um mesmo espírito.
18. Fugi da prostituição. Todo pecado que o homem comete é fora do corpo; mas o que se prostitui peca contra o seu próprio corpo.
19. Ou não sabeis que o nosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos?
20. Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus."

A alma pertence a Deus, a alma é consagrada para Deus.
Este é o maior roubo que Deus tem falado diante da sua Palavra.
Deus não está preocupado com dinheiro e, sim, com as almas compradas pelo Cordeiro.

Almas que pertencem a Deus, mas não foram separadas em consagração para Ele.
Estão retidas debaixo de jugo de doutrina maligna, doutrina de homens e ...
A circuncisão é chamada de selo da justiça da fé, o Batismo nas Águas também.

Carta aos Romanos, capítulo 4, diz:
" 11. E recebeu (Abraão) o sinal da circuncisão, selo da justiça da fé, quando estava na incircuncisão, para que fosse pai de todos os que crêem (estando eles também na incircuncisão, a fim de que também a justiça lhes seja imputada),
12. e fosse pai da circuncisão, daqueles que não somente são da circuncisão, mas que também andam nas pisadas daquela fé de Abraão, nosso pai, que tivera na incircuncisão.
13. Porque a promessa de que havia de ser herdeiro do mundo não foi feita pela lei a Abraão ou à sua posteridade, mas pela justiça da fé."

Aqui, alguém pode dizer: "Tá vendo, é pela fé, a pessoa precisa crer para batizar, precisa ter entendimento..."
Então: um recém-nascido de oito dias era circuncidado, consagrado para Deus porque nasceu dentro de sua Casa, representando o Batismo nas Águas, hoje.

Mais um texto da Bíblia que envolve tudo o que foi conversado até agora referente ao Batismo nas Águas: Romanos 6.
Carta aos Romanos 6:9, diz:
" Sabendo que, havendo Cristo ressuscitado dos mortos, já não morre; a morte não mais terá domínio sobre ele."
Carta aos Romanos 6:14, diz:
" Porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça."

Lendo este capítulo 6 da carta aos romanos você irá se lembrar de Noé, Abraão e Moisés, e o Batismo nas Águas figurado neles.

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Recebi e-mail de um irmão que apresentou uma pergunta sobre um assunto que é debatido no meio da doutrina evangélica.
Oportuna a pergunta, farei as Considerações no próximo Destaque 6.

Destaque 6: O Batismo nas Águas deve ser ministrado em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, ou em nome de Jesus Cristo, o Senhor?

Considerando:
As passagens da Bíblia apresentadas na pergunta são: Evangelho segundo Mateus, capítulo 28, versículo 19 (Mt 28:19), e Livro dos Atos dos Apóstolos, capítulo 2, versículo 38 (At 2:38).

Evangelho de Mateus 28:19, diz:
" Portanto ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; "

Livro dos Atos do Apóstolos 2:38, diz:
" E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo; "

Outras passagens bíblicas que tratam do assunto:

- Livro dos Atos do Apóstolos 8:16, diz:
" Porque sobre nenhum deles tinha ainda descido; mas somente eram batizados em nome do Senhor Jesus. "

- Livro dos Atos do Apóstolos 10:48, diz:
" E mandou que fossem batizados em nome do Senhor. Então rogaram-lhe que ficasse com eles por alguns dias. "

- Livro dos Atos do Apóstolos 19:5, diz:
" E os que ouviram foram batizados em nome do Senhor Jesus. "

Fazer uma opção por uma das formas de batizar, em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo, ou, em nome de Jesus Cristo, o Senhor, sem explicar como chegou ao entendimento que definiu assim, é erro.

Conforme insistentemente tratado neste Estudo Bíblico sobre Batismo nas Águas e Santa Ceia do Senhor, estamos abrindo o entendimento de que nada, simplesmente NADA, nas coisas da Igreja de Jesus Cristo se faz por entendimento pessoal.

A Palavra de Deus tem interpretação real que não admite divagação ou distorção.

Errar a interpretação pode levar a perigosos caminhos e até blasfêmias.

O Batismo nas Águas, conforme a Bíblia diz e exposto nas páginas deste estudo, é figura da morte e ressurreição de Jesus Cristo.

A carta do Apóstolo Paulo aos Romanos, capítulo 6, versículos 1 à 5 diz:
"Que diremos pois? Permaneceremos no pecado, para que a graça abunde?
De modo nenhum. Nós, que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele?
Ou não sabeis que todos quantos fomos batizados em Jesus Cristo fomos batizados na sua morte? (destaque meu)
De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo ressuscitou dos mortos pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida.
Porque, se fomos plantados juntamente com ele na semelhança da sua morte, também o seremos na da sua ressurreição."

A carta do Apóstolo Paulo aos Gálatas, capítulo 3, versículo 27, diz:
"Porque todos quantos fostes batizados em Cristo já vos revestistes de Cristo."

A carta do Apóstolo Paulo aos Colossenses, capítulo 2, versículo 12, diz:
"Sepultados com ele no batismo, nele também ressuscitastes pela fé no poder de Deus, que o ressuscitou dos mortos."
O Batismo nas Águas é morte e ressurreição de Jesus Cristo.

As passagens da Bíblia até aqui são unânimes: Batismo nas Águas são feitos em nome de Jesus Cristo, o Senhor.

Mas, prossigo nas interpretações, pois são essas que dizem o que é e o que não é.

O, EM NOME DE QUEM se batiza tem interpretação pelo significado e propósito do ato.

Voltando para o Livro dos Atos dos Apóstolos, capítulo 19, diz:
" 2. Disse-lhes: Recebestes vós já o Espírito Santo quando crestes? E eles disseram-lhe: Nós nem ainda ouvimos que haja Espírito Santo.
3. Perguntou-lhes então: Em que sois batizados então? E eles disseram: No batismo de João.
4. Mas Paulo disse: Certamente João batizou com o batismo do arrependimento, dizendo ao povo que cresse no que após ele havia de vir, isto é, em Jesus Cristo.
5. E os que ouviram foram batizados em nome do Senhor Jesus. "

João Batista batizava o batismo do arrependimento. O Batismo de João, versículo 3 acima.
Os Apóstolos batizavam o Batismo para perdão dos pecados.
O perdão dos pecados e renascimento somente através de/em nome de Jesus Cristo.
Em nome de Quem nossos pecados são perdoados?

Quem reconcilia o homem com Deus Pai, perdoando os pecados?

O mesmo poder que ressuscitou Jesus dos mortos, também ressuscita-nos. (Colossenses 2:13)

O Batismo nas Águas, tem uma única pessoa que morre e ressuscita: JESUS CRISTO.

Apenas Jesus foi enterrado e ressuscitou.

O Batismo é na pessoa de Jesus Cristo. O Batismo de Jesus. Batismo da sua morte.

Batizar em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo é dizer que estão sendo enterrados o Pai, o Filho e o Espírito Santo.
Essa frase acima não deve ser considerada no entendimento do que Jesus diz: "Eu e o Pai somos um". (João 10:30)
Muito menos "misturar" as teologias confusas e pesadas das trindades, triunidades, unicidades ... misericórdia.
Logo abaixo, no texto de 1Coríntios 11-15, faço compreender.

Somente Jesus Cristo o Filho de Deus foi enterrado e ressuscitou. Jesus é o Cordeiro sacrificado.

Ainda, uma passagem que não citei, está na primeira carta do Apóstolo Paulo aos Coríntios, capítulo 1, quando ele faz observações sobre uma contenda entre irmãos, lemos:
"11. Porque a respeito de vós, irmãos meus, me foi comunicado pelos da família de Cloe que há contendas entre vós.
12. Quero dizer com isto, que cada um de vós diz: Eu sou de Paulo, e eu de Apolos, e eu de Cefas, e eu de Cristo.
13. Está Cristo dividido? foi Paulo crucificado por vós? ou fostes batizados em nome de Paulo? (grifo meu)
14. Dou graças a Deus, porque a nenhum de vós batizei, senão a Crispo e Gaio.
15. Para que ninguém diga que fostes batizados em meu nome..."

No versículo 13 temos uma chave: " ... foi Paulo crucificado por vós? ... "

Ele, Paulo, está dizendo que: O Batismo é pelo nome de quem foi crucificado: JESUS CRISTO.

Agora, vem a questão: E Mateus 28:19?

Há alguns estudos/especulações sobre esse texto ter sido inserido após o texto bíblico original.

O principal interessado de que o batismo seja em nome do Pai do Filho e do Espírito Santo, é da igreja católica apostólica romana, fortalecendo a doutrina da Santíssima Trindade. Em nome do Pai do Filho e do Espírito Santo está diretamente relacionado, também, ao "SINAL DA CRUZ".

No meio evangélico já muitos adotaram o nome do Pai do Filho e do Espírito Santo em circunstâncias diversas. Aceitaram a contaminação.

Os Concílios, a partir do Concílio de Nicéia, "adulteraram" a Palavra de Deus moldando, progressivamente, a doutrina da igreja católica apostólica romana.

Conforme a verdade da Palavra, a doutrina da Trindade deve ser removida do meio evangélico.
Essa doutrina nada acrescenta e ainda leva os doutores da Teologia Bíblica incorrerem no mesmo abismo da mentira manipulada católica romana.

Veja essa outra prova de a Bíblia ter sofrido MANIPULAÇÃO na seção Perguntas e Respostas, abordando *a autoridade do Apóstolo Pedro e do Papa diante da igreja na terra.

Os discípulos jamais fariam de modo diferente do que Jesus disse para ser feito.

A interpretação bíblica que explica o BATISMO NAS ÁGUAS EM NOME DO SENHOR JESUS foi apresentada acima.